quinta-feira, 23 de julho de 2015

"Crucificação durante um dia e 70 chicotadas por romper o jejum do Ramadã", diz cartaz feito por radicais islâmicos

"Crucificação durante um dia e 70 chicotadas por romper o jejum do Ramadã", diz cartaz feito por radicais islâmicos

Além de adultos crucificados, grupo terrorista também puniu crianças e idosos por ‘desrespeitarem’ o mês mais sagrado para os muçulmanos


Os cartazes feitos por policiais do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) são claros e objetivos; “Crucificação durante um dia e 70 chicotadas por romper o jejum do Ramadã” e “quebra do jejum sem justificativa religiosa”. As humilhações em público começaram desde o início do jejum – dia 18 de junho – e término na última semana, e levaram os ‘desobedientes’ a terem as mensagens penduradas no pescoço, serem chicoteados e enjaulados por desrespeitarem o mês mais sagrado e mais polêmico no mundo islâmico.
O Observatório Sírio de Direitos Humanos documentou 94 casos de pessoas dentro de gaiolas de ferro, incluindo cinco crianças e dois idosos, em praças públicas e ruas nas províncias sírias de Aleppo, Al Raqqah e Deir ez Zor, no norte da Síria. Dois jovens também foram enforcados ao serem surpreendidos comendo durante o jejum. Dezenas de pessoas já foram mortas no período do Ramadã.
A palavra Ramadã significa “ser ardente”, pelo fato do Islã ter celebrado este jejum pela primeira vez no período mais quente do ano. É de forma fervorosa que o jejum é feito, obrigatoriamente, por seguidores do Islamismo do mundo inteiro. Além de ser um dos pilares da fé islâmica, os muçulmanos acreditam que a época do Ramadã – baseada em cálculos astronômicos, sendo cada ano em uma data diferente –, é um mês de bênção, que inclui oração, jejum e caridade. No entanto, não existe nenhuma piedade para os que não se submetem ao jejum.
Ao longo da ‘santificação’, os fiéis só podem comer antes do amanhecer e no fim do dia, também não podem beber ou manter relações sexuais. Não praticar o jejum ou comer na frente de alguém que está jejuando é considerado uma ofensa grave, com punições severas em muitos países muçulmanos e até a morte. No Marrocos, o código penal prevê pena de até seis meses de prisão.
Duas faces
De um lado, o EI demonstra um espírito caridoso, doando esmolas e distribuindo alimentos aos pobres, além de tentar fortalecer os laços entre a família e amigos, durante o mês do Ramadã, conforme o deus Alah instruiu. De outro, o espírito de compaixão que parece tão vivo, na verdade, se converte ao ódio da intolerância para quem quebra o jejum diurno.
O mundo tem visto as duas faces dos jihadistas, que brigam ‘em nome da paz’, promovendo guerra. Além de humilhante e visualmente cruel, a crucificação tem sido utilizada cada vez com mais frequência pelo EI. O ato violento remete às atrocidades de tempos antigos e faz ainda uma espécie de ‘propaganda’ do radicalismo pregado pelo EI, para amedrontar a população local e o Ocidente. “As punições desse tipo raramente foram vistas no mundo muçulmano nos séculos recentes", ressaltou o professor assistente de estudos islâmicos da Universidade Estadual da Geórgia, Abbas Barzegar à rede CNN. Os jihadistas sabem que esse tipo de violência é chocante e as imagens correm o mundo
Jejum Bíblico
A Bíblia traz inúmeras referências quanto ao jejum e seu significado. Talvez o principal deles tenha sido ensinado pelo Senhor Jesus ao instruir os discípulos. Repare o quanto Ele reforça sobre a discrição que o jejum precisa ter:
“Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” – Mateus 6: 16 ao 18


A UNIVERSAL leva Gianni Albertoni  (modelo e apresentadora) na Fundação Casa.  

 Logo que brilhou o sol Rosana, com a equipe de voluntárias, se dirige à Fundação Parada de Taipas. Um lugar deserto, guardando quase sessenta internas que cometeram deslizes na sociedade.
Na idade de 14 a 21 anos ali elas permanecem, e dentro da rotina vão se socializando e se educando nas regras e leis a cumprir.
Chegando à quadra, um espaço cedido para o evento, elas aparecem sorrindo e cumprimentando o grupo da AMC que lhes espera.



 Inicialmente Rosana agradece aos responsáveis e funcionários, valoriza o trabalho desenvolvido pelo Pr. Geraldo Vilhena, da Igreja Universal, onde, semanalmente, com um grupo de apoio busca resgatar a ideia perdida,  e mostra, através da palavra de Deus, que há uma nova chance para  quando ficarem livres desse passado.
É feita uma oração de agradecimento e são convidadas a participar de um café da manhã preparado por todas as voluntárias.















 No retorno, são presenteadas com um livro que fala do Pecado e Arrependimento, onde Rosana lê uma página e explica o significado de se perdoar. Dá o incentivo de uma nova chance e, ainda com todos os erros cometidos, Deus está pronto para recebê-las com o arrependimento. Todas atentamente dão ouvidos e acompanham cada palavra.



 Para surpresa das meninas a AMC leva um Kit de maquiagem para cada uma, e Gianni Albertoni  (modelo e apresentadora), com todo o brilho e luz, ensina como se maquiar. Todas muito atentas fazem uma roda ao seu lado e começa a aula.
Gianni com sorrisos e simpatia comenta cada detalhe e pinta as meninas de forma profissional, dando muitas dicas dos passos que se devem seguir. Elas, que também fazem alguns cursos profissionalizantes dentro da Fundação, dizem que foram privilegiadas com essa visita.
Sempre muito alegres, não deixam transparecer que, por trás de cada uma, já exista uma história marcante. Acreditamos que se existir nas instituições motivação, oportunidade de trabalho e educação seguramente muitas delas serão beneficiadas e, saindo, terão chance de um começo diferente: sem droga, sem roubos, sem homicídios.  É necessário que existam leis não só para a prisão, mas que existam, no mundo, sistemas de melhorias de condições para as classes sociais afinal, sempre estamos na esperança de um país em desenvolvimento, porém também com condições mais apropriadas e de visão para dignidade do próximo.
Nada justifica, mas tudo colabora. Com Deus, trabalho e educação muitos estariam protegidos e longe da força do mal.
Finalmente, Junior com seu violão anima  as meninas que cantam diversas músicas,  secular e gospel, que  fazem a alegria de todos.








 Carlinda finaliza com uma oração, pedindo a Deus a sua misericórdia e determinando um novo coração na vida de cada uma delas.


Um comentário:

  1. Acredite, esta é uma boa receita para cuidar da saúde. Pesquisas confirmam que ajudar o próximo, além de proporcionar benefícios para a alma, reduz o estresse, combate a insônia, a depressão, entre outros males

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