terça-feira, 1 de julho de 2014

Quatro grandes mitos sobre o alcoolismo

Quando o assunto é vício, nem tudo é o que parece


Ao sabermos que alguém é alcoólatra, muitos de nós temos uma imagem estereotipada da pessoa. A maioria tende a se esquecer de que ali há alguém precisando de ajuda, mesmo que não saiba. E imagem exterior diz muito pouco quando o assunto é abuso de bebidas. Quem menos imaginamos, homem ou mulher, jovem ou não, pode ser um escravo do álcool.

Há mitos sobre o alcoólatra nos quais, às vezes, o próprio viciado acredita. O Instituto Nacional para Abuso de Álcool e Alcoolismo (NIAAA, na sigla em inglês), órgão norte-americano que combate o vício, publicou sobre algumas dessas impressões erradas que temos, ajudando-nos sabiamente a ter uma imagem mais real do problema. Quatro deles são bem interessantes:
1.       Alcoólatras são pessoas fracas, mas podem sair do vício se realmente quiserem.Nem sempre, para ambas as partes da afirmação. Segundo o NIAAA, o alcoolismo não discrimina suas vítimas, e ocorre em qualquer época da vida, em vários âmbitos. Ricos, pobres, jovens, velhos, bem-sucedidos, sem sucesso, homens, mulheres... A impressão de que todos os viciados são fracos não é exatamente verdade, conforme diz o instituto. Uma vez que alguém se torna viciado em certa substância, a química de seu cérebro é mudada, tornando-o fisiologicamente dependente. Falando num sentido puramente físico (pois espiritualmente as coisas são diferentes), essa é a causa de ser difícil para alguém largar tal substância, pois, como o corpo acha que necessita dela, os estragos podem ser grandes se ela simplesmente abandonar o álcool de repente. Por isso, sem um apoio espiritual, deixar de beber é mais complicado do que pode parecer a uma pessoa que nunca foi afetada pelo vício. De fora, a situação parece mais simples, mas não é. Reconhecer a gravidade de um problema é uma boa arma inicial para começar a vencê-lo e pedir a ajuda certa.
2.       Alcoólatras devem atingir o fundo do poço antes de melhorar.Embora isso aconteça em alguns casos, nem sempre é verdade. Segundo o NIAAA, esse é um mito bem perigoso, pois muitos viciados morrem antes mesmo do tal fundo do poço. Por isso mesmo é importantíssimo procurar ajuda o mais rápido possível. Se um ente querido é vítima do alcoolismo, não espere que ele chegue ao fundo para incentivá-lo a procurar ajuda.
3.       Se alguém tem emprego e vida estáveis, não corre o risco da dependência.É falsa a ideia geral de que os alcoólatras são pessoas “largadas” e incapazes. Muitos podem ter vidas aparentemente bem organizadas em vários âmbitos, apesar de terem graves problemas de dependência. Essa máscara de vida estável alimenta a ilusão de que a dependência não é grave e a pessoa não precisa de ajuda. Como foi dito sobre o mito anterior, não é preciso esperar a vida desmoronar para reconhecer o vício e procurar ajuda.
4.       Se alguém tem recaídas, nunca vai melhorar.O NIAAA diz que a má notícia é a de que recaídas são comuns para muitas pessoas. A boa notícia, também segundo o instituto, é que mesmo após várias recaídas, ainda que indesejáveis e desagradáveis, muitos já conseguiram se livrar do alcoolismo. Como aqui podemos falar num sentido mais espiritual, a recaída é literalmente quando você cai numa tentação, embalada numa mentira de que, se você teve recaída, não vencerá. Obviamente, é sempre melhor resistir à tentação, como em qualquer outro caso. Mas a verdade é que a recuperação é possível. O NIAAA diz mais: a recaída pode ser um sinal de que o tratamento precisa ser alterado. São vários os tratamentos, e a recuperação é uma realidade para muitas pessoas todos os dias.




 


Voluntários e Jovens do dose mais forte da Igreja Universal do Reino de Deus, mostraram todo desempenho neste último domingo, na Fundação Casa de Campinas em mais um evento recheado de atividades para os internos e funcionários. Para dar início ao evento, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo,fez uma oração e pediu para que Jesus abençoa-se a unidade e os adolescentes, e suas respectivas família.

Amauri um integrante do dose mais forte, passou o seu testemunho, Esteve presente também Robson Freitas ex- viciado em drogas, como crack ,cola maconha, lança perfume cocaína entre outras drogas na qual pelo envolvimento com as drogas teve uma perna amputada, no qual todos os adolescentes se emocionaram com o testemunho.








Para finalizar, o evento foi servido muito bolo, algodão doces, e refrigerantes e sorvete.




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