quarta-feira, 23 de julho de 2014

Costumes da Bíblia - As transações financeiras

Práticas como empréstimo e câmbio já eram realizadas desde o Antigo Testamento

Nos tempos bíblicos, várias moedas circulavam pela Terra Santa, devido aos diferentes povos que nela habitavam ou que passavam por ela em viagem. Havia até mesmo moedas específicas para determinados propósitos – historiadores acreditam que Neemias encomendou uma cunhagem especial de moedas para o pagamento dos tributos no Templo de Jerusalém e pelos animais ritualmente puros utilizados nos sacrifícios no mesmo local.
Por causa das várias moedas, a figura do cambista era muito comum pelas ruas e ao redor do templo.  
A troca de moedas, conhecida até hoje como câmbio, rendia aos cambistas uma taxa em torno de 12%.
Os cambistas faziam também empréstimos. A mesa sobre a qual as transações eram feitas era chamada de banco (ou banca), daí a designação da instituição financeira até os dias atuais. Jesus mesmo usou a figura do cambista em uma parábola em que contava sobre dinheiro confiado a servos por um homem rico que viajou, que poderia ter sido investido com os banqueiros para render juros (Mateus 25.13-30).
Os empréstimos, naquela época, eram necessários somente quando alguém passava por dificuldades. Cobrar juros a um semelhante por dinheiro emprestado era uma prática mal vista, pois significava lucrar com as dificuldades de um igual. De um estranho, porém, os juros por empréstimo eram aprovados (Deuteronômio 23.19-20). Na época do Novo Testamento, já era possível tomar dinheiro emprestado para se começar um negócio. A economia já não era tão baseada somente na agropecuária, e pequenas empresas urbanas começavam a surgir, como lojas e prestações de serviços. Emprestar dinheiro a juros já não era uma tarefa tão condenada.






Evangelização e batismo na Fundação Casa SPVoluntários da IURD levam palavra de fé aos internos SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor. Prova disso foi o que aconteceu recentemente na Unidade de Franco da Rocha, região da Grande São Paulo, quando um menor se batizou nas águas. Na oportunidade, os internos, além dos familiares, foram presenteados com um exemplar da Bíblia Sagrada. Para o diretor do complexo, Flávio de Giácomo, atitudes como essa apenas reiteram a importância do trabalho promovido pela IURD. "A presença da Igreja, não só hoje, mas no dia-a-dia, é essencial para estabelecer um futuro melhor a todos, especialmente colaborando com o nosso trabalho, que não é fácil. É um grande prazer tê-los aqui e saber que sempre podemos contar com os pastores e voluntários da IURD", destacou.

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