quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Universal repudia mais uma falsa notícia do Gospel Mais

Universal repudia mais uma falsa notícia do Gospel Mais

Site publicou matéria afirmando que Andressa Urach agora é bispa















A Igreja Universal do Reino de Deus repudia de modo veemente a repercussão irresponsável que esse portal “Gospel Mais” proporciona a mais uma mentira que circula na internet.

O texto “Bispo Edir Macedo teria ordenado a nomeação de Andressa Urach como bispa na Igreja Universal”, publicado em 24/2/2015, foi produzido com base em boato infundado e sem a obrigatória verificação da veracidade dos fatos.
É lamentável que os responsáveis pelo “Gospel Mais” insistam em ignorar os mais elementares fundamentos do jornalismo, dando espaço à fofoca e à maledicência com o único objetivo de aumentar o impacto do conteúdo vazio que publicam. Como bem observou a própria modelo Andressa Urach em seu testemunho no Templo de Salomão, “ninguém está preocupado com a Andressa ser humano. Eles só querem vender jornal”.




 Vícios de drogas estão acabando com a sociedade, mas a UNIVERSAL luta com todas as forças para curar este vício.

O grupo UNIVERSAL na Fundação CASA coordenado pelo Pastor Geraldo Vilhena vem realizando importante trabalho evangelístico de libertação dos adolescentes em regime de internato e semi-internato nas unidades da Fundação Casa no Estado de São Paulo.

Neste ultimo domingo foi à vez da unidade São Luiz(CASA 1) na zona Sul de São Paulo o grupo organizou-se para levar importante palestra sobre drogas aos internos da casa
A cantora Cristina Miranda primeira tecladista mulher da Igreja Universal inicia o Evento com suas canções e louvores para animar aos jovens e a todos os presentes.

O Amauri ex-traficante inicia a palestra sobre drogas dando testemunho de sua trajetória no mundo da criminalidade e do trafico de armas e drogas. Ele permaneceu nesta situação durante 10 anos de sua vida.

Mas usando a Fé em Jesus Cristo e também com ajuda de sua mãe
Que já intercedia pela sua vida através de orações e propósitos na Igreja Universal. Teve a força vinda do Senhor Jesus e deu um basta naquela situação. Hoje está liberto e com sua vida transformada.

O depoimento de Robson de Freitas relata que o alimento do mundo da criminalidade são as ilusões, e estas são passageiras porque o preço a ser pago é muito alto e geralmente envolvendo os familiares e amigos próximos.

O Robson igualmente passou por todo o processo no mundo do crime e das drogas e também teve que pagar o preço perdendo parte de sua perna. O que foi muito doloroso; pois seu sonho
Era ser jogador de Futebol, mas o mal que atuava em sua vida levou seu sonho. Mas não pode levar sua vida, hoje está liberto com a vida restaurada com sua família abençoada por DEUS.
Robson ressalta que todo adolescente pode mudar de vida e escrever uma nova historia, basta usar a Fé no Senhor Jesus e ter o desejo de libertação da mal aliada à disposição de mudança abandonando o mundo das drogas e da criminalidade.




 Encerrada a palestra o Pastor Geraldo Vilhena afirma que sempre por trás das ações criminosas existem forças do mal e foi este mal que tomou conta da vida de vocês jovens levando-os a realizar grandes crimes.
Se você jovem entender que o seu problema e espiritual. Para resolver este problema meus jovens só com a fé no Senhor Jesus. Então convida aos jovens a ficarem de pé e diz você quer a sua libertação então feche os olhos e pense no nome do Senhor Jesus e foi feita a oração da fé.



Os voluntários também ajudaram na oração de libertação.




Foram servidos deliciosos bolos preparados com muito carinho pelas obreiras voluntárias do grupo Universal na Fundação Casa, e também refrigerantes e sorvetes a todos os adolescentes e funcionários presentes.










Uma maquina de algodão doce foi instalada  para todos os presentes.








Podemos confirmar que foi um evento abençoado onde pôde ser levada uma direção e orientação da parte de DEUS a todos os internos da casa.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Quem é capaz de decidir a hora da sua morte?

Quem é capaz de decidir a hora da sua morte?

História de brasileiro que será executado levanta a questão. Saiba mais

Você está pronto para morrer? Marco Archer Cardoso Moreira, aos 53 anos de idade, afirma que não. E por isso ainda luta para que isso não aconteça.Você sabe quando irá morrer? Marco sabe. A morte dele está marcada, com dia e local. Será que ele está pronto? Você estaria?
Marco sabe que vai morrer porque outro homem assim decidiu. Acontece que ele foi preso em 2004 tentando entrar na Indonésia com 13,4 quilos de cocaínaescondidos em tubos de uma asa-delta. Está na prisão desde então, e esta semana, no dia 14, o porta-voz daProcuradoria-Geral da Indonésia (responsável pelas execuções no país), Tony Spontana, avisou que a morte chega para Marco neste sábado, dia 17.
Caso tudo corra como a Indonésia quer, esse será o primeiro brasileiro condenado à morte e executado no mundo. As leis indonésias são cada vez mais duras, e a população local apoia a pena de morte.
Quem decide?
É verdade que a Bíblia cita a pena de morte, em especial no Antigo Testamento. A mensagem que Jesus deixou na Terra, entretanto, contradiz as leis mais antigas. Quando encontrou uma adúltera (João 8), por exemplo, o Nazareno a livrou do apedrejamento que a lei religiosa até então aplicava. Na passagem, Jesus não defende nem condena a moça, mas faz com que seus juízes reflitam se têm integridade moral para aplicar aquela pena.
Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra”, disse ele.
Todos desistiram. Nenhum era apto para o julgamento.
Quase dois mil anos após essa ocorrência, o mundo ainda tem sociedades que não absorveram essa mensagem. Está claro em Deuteronômio 5.17, nos mandamentos ditados a Moisés: “Não matarás”, e, ainda assim, homicídio é um dos crimes mais praticados no mundo. Somente no Brasil, segundo oMapa da Violência 2014, mais de 150 pessoas são assassinadas todos os dias.
É impossível saber quando uma vida será abreviada. Portanto, é preciso estar pronto hoje para o que vem após o plano material. Você está?
Na próxima quarta-feira você terá a oportunidade de entender como é essa preparação. Participe da Noite da Salvação, na Universal, e saiba como estar pronto para quando a sua hora chegar.
Marco, infelizmente, sabe quando terá que prestar contas por essa vida. Você não.


Esposas de bispos e pastores da UNIVERSAL, visitam as jovens internas da Fundação Casa da Mooca. (Casa das Mães)




























































Filhos das internas da Fundação Casa.

Por Andrea Dip andrea.dip@folhauniversal.com.br
Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha. K., de 16 anos, era uma delas. De avental branco e sorriso largo, ela conta que “rodou” (foi pega), junto com o marido, de 48 anos, por tráfico de drogas e está na UIP há 9 meses. “O juiz disse que ele me usou. Mas eu acho que ninguém usa ninguém, vai por esse caminho quem quer”, diz a jovem, que entrou grávida de 4 meses e teve a filha num hospital conveniado à Fundação. “Eu entrei dizendo: ‘vou traficar, a vida do crime é isso mesmo’. Agora, penso na minha filha, em como vai ser.” Até março de 2006, as meninas que entravam grávidas na  Fundação Casa eram levadas a um abrigo assim que os bebês nasciam e lá ficavam com os filhos por 4 meses. Após esse período, as mães voltavam para a internação e os filhos iam para a família da menina ou para um orfanato. Grande parte das meninas fugia e nem voltava para a Febem. A Casa das Mães, com 12 vagas, não supre a demanda de todo o Estado, mas é  a única em São Paulo e possibilitou que os bebês fiquem com as mães até o final da medida sócio-educativa. “Aqui é feito o pré-natal, há acompanhamento psicológico. Os bebês são tratados no posto de saúde da região, tomam as vacinas e não lhes faltam alimentos, roupas e estrutura”, conta Maria Isabel Melo, diretora do Internato Feminino, que  fica no bairro da Mooca, zona leste da capital paulista. As roupas e brinquedos chegam através de doações e, por vezes, são trazidos por familiares das meninas. Ali, os bebês ficam 24 horas ao lado das mães. O quarto grande é coletivo, com berços ao lado das camas. As meninas lavam a própria roupa e a dos filhos, ajudam na comida, na limpeza e têm oficinas de panificação, manicure e, a mais procurada, de bordado. Maria Isabel explica que as adolescentes que chegam grávidas têm geralmente o mesmo histórico: “O tráfico é o motivo mais comum. Geralmente, é por amor. Elas se envolvem na vida dos companheiros e quando elas vêm para cá, eles são presos. A maioria já tem filhos de outros relacionamentos”, diz. Essa é a história de J., 17 anos. Há poucos dias na unidade, está grávida de 38 semanas e conta que deixou uma filha de 3 anos com a mãe. Esse é seu maior sofrimento. “Minha mãe cuida bem, mas disse que não vem me visitar nem trazer minha filha, porque preciso pagar pelo que fiz. Entrei para o tráfico porque era o caminho mais rápido para comprar as coisas que eu queria. Mas nem de perto é o caminho mais fácil”, diz, amadurecida pela realidade. E para o futuro? J. faz uma pausa de silêncio enquanto mexe na longa trança de cabelos negros: “Quero conhecer pessoas que me ajudem não com dinheiro, mas com um ombro. Quero cuidar da minha família, dos meus filhos”. E o pai? “O pai da minha filha é do crime. E o pai do meu filho está preso”. Para o psicólogo Rubens Maciel, as meninas que vão para a Fundação Casa têm a família desestruturada ou vivem em situação de miséria. “Elas saem de casa porque o convívio com os pais e irmãos é degradante, violento. E, não encontrando segurança em casa, vão procurar esse carinho em um namorado que também vem de uma situação semelhante”, explica. Por esse quadro caótico, Maciel acredita que a situação dos bebês que nascem atrás das grades é relativa. “Se você comparar com a rua, eles estão em uma situação melhor, porque nada falta, estão num ambiente seguro. Mas, se comparada à situação de uma família estruturada, eles estão em uma condição pior, porque estão privados de liberdade por um delito cometido pela mãe”. É o caso da bebê de G. (de 18 anos), interna há 1 ano e 4 meses. “Ela está engatinhando e quer ir para fora, vai até o portão e quer sair”, conta. O caso dela é o mais grave entre as oito meninas que ocupam a Casa das Mães. Após alguma resistência, conta que cometeu latrocínio, roubo seguido de morte. Ela também estava com o marido no momento do crime e ainda tem 3 ou 4 meses como interna para cumprir. Quando sair, pretende ir morar com a sogra no interior e aceitar qualquer trabalho. “Não posso ficar escolhendo, né?”, diz a adolescente. Sobre sonhos e o futuro, elas não falam. Dão respostas vagas. O fato é que as meninas estão entrando para o crime cada vez mais cedo. Em 2000, a idade média das internas era de 18 anos. Hoje, as meninas “rodam” com pouco mais de 15. E descobrem, nas palavras de J., que esse caminho é “rápido, mas nunca fácil”. Berçários e creches nas prisões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no fim do mês passado, uma lei que garante condições mínimas de assistência a mães presas e recém-nascidos. O texto determina que as penitenciárias femininas tenham berçários onde as mães possam cuidar e amamentar os filhos até, no mínimo, 6 meses depois do nascimento. A lei assegura ainda que haja acompanhamento médico pré-natal e pós-parto. Até então, as detentas ficavam com os bebês até os 4 meses de vida e depois davam para a família ou para abrigos, dependendo da situação. As prisões deverão também ter creches com profissionais qualificados para abrigar crianças de 6 meses a 7 anos, cuja mãe esteja presa e seja a única responsável. A autora do projeto, deputada Fátima Pelaes (PMDB/AP) ressaltou à imprensa que a lei é uma “obrigatoriedade de que realmente os presídios femininos disponham de um atendimento à mãe e à criança”. Fátima, que nasceu em um presídio e viveu nele até os 2 anos de idade, afirmou também que: “Toda mulher tem direito de ser mãe e toda criança tem direito à convivência com essa mãe, ao carinho e ao afeto. Isso faz diferença na vida dos dois.”

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

As mulheres pediram a liberação sexual

Não sou defensora do movimento feminista. Aliás, discordo, com base na Bíblia, de alguns de seus ideais, mas reconheço que hoje usufruímos de direitos conquistados por mulheres que lutaram muito.
Alguns desses direitos legítimos são: assinar contratos, ter o nome em propriedades, direito ao voto, direitos trabalhistas, direito à contracepção, cuidados como o pré-natal, licença-maternidade, ter a integridade física preservada etc.
Todavia, nessa busca pela igualdade, perdemos algumas coisas peculiares à mulher e à sua natureza feminina. E sobre isso gostaria de escrever e promover um comportamento que está se perdendo.
As mulheres pediram a liberação sexual: nos últimos 40 anos, foi visível o aumento da promiscuidade, das doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez indesejada. Milhões de crianças têm nascido sem um lar para acolhê-las e sequer sabem quem é o pai. As mães precisam ir aos tribunais exigir pelo menos uma pensão. Amor nem entra em questão.
As mulheres têm se entregado para quem deseja apenas o seu corpo e não está disposto a amar a alma que está ali.
Liberdade é um presente que recebemos de Deus quando nascemos, mas tem um preço, que é saber fazer as escolhas certas. Porque senão a conta chega e ela pode ser alta demais.
Elas também estão impedindo os homens de ser o que eles foram designados para ser: protetores.
Mesmo que você trabalhe, que seja fácil abrir a porta, que tenha as respostas, que saiba trocar lâmpadas etc., permita que seu marido ou namorado seja gentil e lhe ajude.
Escuto mulheres reclamando que não existem mais homens românticos e cavalheiros, mas elas mesmas estão contribuindo para que isso seja extinto.
Antes de sair para carregar todas as sacolas e reclamar que não se faz mais homens como antigamente, que tal dizer: “Quem me dera ter a força que você tem, meu amor, que eu conseguiria carregar todo esse peso…” A reação dele será imediata: segurará todo peso e, quem sabe, não a segura no colo também, para mostrar que é forte, rs?
Deixe que ele abra a porta do carro, puxe a cadeira, ceda a vez, segure o guarda-chuva, a proteja com o paletó, abra o pote de azeitona, chame o garçom…
Não somos fracas porque gostamos de flores, de um elogio quando vamos ao salão de beleza ou porque gostamos de conversar. Só somos mulheres...
E que regra é essa que a mulher tem que dividir a conta do restaurante toda vez?
Se ele tem condições de pagar, não tem mal nenhum nisso!
No passado as feministas foram às ruas e queimaram seus sutiãs, sapatos de salto alto, maquiagens, cílios postiços, cintas… como forma de protesto. Rapidamente elas descobriram o que já sabiam: era muito difícil ficar sem eles. Tiveram que comprar tudo de novo. Será que somos inferiores porque usamos, precisamos e gostamos disso?
Inibir um homem de ser um cavalheiro é fazer o mesmo.
Se você é sábia, deve saber perfeitamente o que é bom e o que precisa como mulher. Nada de imposições que roubam o privilégio de ser mulher.
E homens e mulheres merecem ser tratados com igual dignidade e respeito, dentro das suas diferenças.
Esse tema dá uma boa conversa. Qual é a sua opinião?
O que você sente falta hoje e o que pediria para que os homens mudassem?
Não sei se eles vão ler nossas opiniões, mas pelo menos vamos esclarecer mais esse assunto, não acham?
Hum…tive uma ideia: que tal você mandar este post para um amigo e ver a opinião dele?



Internos da Fundação Casa são batizados

Jovens assistiram a reunião no Brás, se batizaram e conheceram as instalações do futuro Templo de Salomão

Por Cinthia Meibach





Jovens infratores que cumprem medidas sócio-educativas na Fundação Casa, no estado de São Paulo, recebem semanalmente o apoio espiritual dos voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus, que levam a eles mensagens de fé e de esperança. Durante os encontros, os internos são orientados, à luz da Bíblia, a manter um bom comportamento dentro e fora da Unidade de Internação. Os voluntários também proporcionam momentos de descontração com a apresentação de peças teatrais e de bandas musicais.
Neste último domingo, algo diferente aconteceu. O juiz responsável pelos internos da Unidade de Bela Vista, localizada na zona norte da capital paulista, liberou quatro jovens para participarem da “Reunião do Encontro com Deus”, na Igreja Universal do Reino de Deus, no bairro do Brás, sob os cuidados de funcionários e do diretor da Unidade, Marcelo José Pogolom.
Durante a reunião, os internos acompanharam com atenção os ensinamentos dados pelo responsável evangelístico da região, bispo Guaracy Santos, que enfatizou a importância de abandonar os maus costumes e começar uma vida longe do pecado. Tocados pelas mensagens de fé e pelas orações, os jovens decidiram se entregar a Deus por meio do batismo nas águas.
Um dos internos, J.M., de 16 anos, que já havia se batizado em outra ocasião, fez questão de relatar a mudança que aconteceu dentro dele, após o batismo nas águas: “Agora que estou batizado no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, estou aliviado. Eu sinto que toda a maldade que havia dentro de mim saiu dando lugar a uma certeza de que Deus está comigo.”
Após a cerimônia, os adolescentes tomaram café da manhã e receberam mais orações do Coordenador Estadual de Evangelização na Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena. Para ele, poder acompanhar a transformação de vida de cada interno, é algo gratificante. “Procuramos levar aos internos o conforto espiritual, e por causa disso, muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata
Para finalizar a visita, os adolescentes foram levados pelo pastor Geraldo até ao local das futuras instalações do Templo de Salomão (foto acima), onde puderam ter a dimensão do novo templo que está por vir.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Sintonia entre o casal deixa o cérebro mais forte

Sintonia entre o casal deixa o cérebro mais forte

Veja quais mudanças ocorrem.

Um jovem casal da Universal prova o que os cientistas disseram na prática, como veremos a seguir.
“Lendo” o cérebro
Hoje a ciência nos permite “enxergar” as reações do cérebro por meio da tecnologia, como no caso da ressonância magnética. Com essa ferramenta em mãos, a psicóloga Susan Johnson, da Universidade de Ottawa, Canadá, e o neurocientista James Coan, da Universidade da Virgínia, Estados Unidos, publicaram um estudo mostrando como um relacionamento saudável entre um casal torna ambos mais resistentes a problemas – e até mais tolerantes à dor física e mais aptos a enfrentarem o medo.
Na primeira fase do estudo, pessoas infelizes no casamento foram convocadas. Uma mulher era submetida a uma máquina de ressonância magnética. Ela era avisada de que levaria um choque elétrico num pé quando aparecesse um “x” numa tela à sua frente. Assim que o “x” aparecia, a ressonância mostrava que as áreas do cérebro responsáveis pela sensação de dor e medo se iluminavam bastante. A mulher reclamava de dor forte. Em seguida, permitiam que ela segurasse a mão de um estranho. Novamente, a mesma intensidade de dor e medo. Então, deixavam que ela segurasse a mão do marido – vale lembrar, o casamento não andava bem. O resultado da ressonância não foi diferente.
Os mesmos casais da primeira fase passaram, então, por um tratamento psicológico chamado “Terapia emocionalmente focada”, pelo qual Sue Johnson ficou muito conhecida, em que as pessoas aprendem a não deixar que as emoções negativas superem a razão.
Após a terapia, os mesmos casais entraram na fase 2 do estudo, então com uma qualidade de vida sentimental muito superior, muito mais unidos em seus objetivos, desejando-se mais. Novamente a mulher passou pela ressonância e pelos choques no pé. Sozinha, os mesmos resultados de antes – medo e dor bem “acesos” no cérebro. Segurando a mão de um estranho, resultados não tão intensos, mas dor e medo ainda bem presentes. Entrou o marido e segurou a mão da esposa. A ressonância registrou uma sensação de medo bastante menor. Dor física, bem pouca. A mulher considerou o choque mais desconfortável do que doloroso. O aparelho mostrou uma grande sensação de calma.













Sintonia
A pesquisa mostrou que um relacionamento saudável pode acalmar o cérebro. Há uma sintonia tão grande, que fica mais fácil suportar um trauma físico ou psicológico. Prova disso é o casal brasileiro André e Mônica Ferreira (foto ao lado), um empresário e uma jornalista na casa dos 30 anos em um relacionamento que já dura 11 – detalhe: ele foi o primeiro namorado dela. Não só superaram como ainda superam situações bastante difíceis juntos, sem que as dificuldades enfraqueçam o casamento – pelo contrário, sabem que são mais fortes hoje, desde que focaram o relacionamento da forma certa, como eles mesmos contam:
Vocês já passaram por muitos problemas desde que se uniram e ainda estão juntos. Como enfrentavam situações difíceis antes de se casar e como as encaram agora?
Mônica: A verdade é que enquanto você é uma pessoa solteira, tem apenas informações de como deve ser um lar. Somente na prática, no dia a dia, no convívio, é que de fato se aprende a ser uma verdadeira esposa. E, acredite, é nas dificuldades, na doação, no ceder, que aprendemos o que é um casamento. No início, os problemas eram as adaptações pelas quais todo casal passa, e por ele ter sido meu primeiro namorado, então, teve que ter paciência comigo, e eu como casada tive que aprender a lidar com ele. Cada um com seu jeito, suas manias. Busquei em Deus sabedoria para ser esposa. Apesar das dificuldades, maiores foram os momentos de felicidade nestes 11 anos de união.
Como percebem o apoio um do outro nos momentos difíceis?
Mônica: O casal, quando está em sintonia, apenas no olhar um do outro já percebe o que está acontecendo. O apoio dele é de fundamental importância. Houve uma ocasião em que eu estava passando por um momento delicado da minha vida, e ele não me abandonou. Quando mais precisei, ele provou que era de verdade o meu melhor amigo e isso eu nunca vou esquecer.
De onde vem essa força que um dá ao outro?
André: Hoje entendo porque quando confiamos nossa vida sentimental a Deus, Ele é tão criterioso em nos abençoar. No início, tudo são flores, mas realmente devemos estar preparados para quando as dificuldades vierem. E só vencemos se o casamento estiver pautado em cumplicidade, fidelidade, amor e, principalmente, a fé. Minha esposa é a minha metade, minha auxiliadora. Em momentos de dificuldade, é primordial seu apoio espiritual com jejuns e orações, como também o seu apoio presencial, me incentivando a vencer. Temos lutado juntos todos esses anos, vencendo e construindo a nossa história.
Na hora em que a tristeza ou o desânimo bate, dá vontade de desistir. O que vocês aprenderam quanto a não deixar as emoções dominarem nesses momentos?
Mônica: Não somos daqueles que retrocedem. Desistir sempre será o mais fácil, mas eu prefiro, com todos os percalços, seguir em frente, sempre. Já passamos por tanta coisa. Tantos momentos difíceis que, se fosse contar, daria um livro. Estou na Universal há 15 anos, e tenho aprendido muito. E posso garantir que emoção nunca me ajudou em nada. Minhas vitórias sempre são baseadas na coragem, determinação. Você pode observar: um emotivo é sempre medroso e refém do que sente. Eu decidi ser mais racional porque, para enfrentar a vida, você tem que ser forte. E pessoas emotivas são fracas de pensamento, não têm personalidade, estão sempre paralisadas.







 Vícios de drogas estão acabando com a sociedade, mas a UNIVERSAL luta com todas as forças para curar este vício.

O grupo UNIVERSAL na Fundação CASA coordenado pelo Pastor Geraldo Vilhena vem realizando importante trabalho evangelístico de libertação dos adolescentes em regime de internato e semi-internato nas unidades da Fundação Casa no Estado de São Paulo.

Neste ultimo domingo foi à vez da unidade São Luiz(CASA 1) na zona Sul de São Paulo o grupo organizou-se para levar importante palestra sobre drogas aos internos da casa
A cantora Cristina Miranda primeira tecladista mulher da Igreja Universal inicia o Evento com suas canções e louvores para animar aos jovens e a todos os presentes.

O Amauri ex-traficante inicia a palestra sobre drogas dando testemunho de sua trajetória no mundo da criminalidade e do trafico de armas e drogas. Ele permaneceu nesta situação durante 10 anos de sua vida.

Mas usando a Fé em Jesus Cristo e também com ajuda de sua mãe
Que já intercedia pela sua vida através de orações e propósitos na Igreja Universal. Teve a força vinda do Senhor Jesus e deu um basta naquela situação. Hoje está liberto e com sua vida transformada.

O depoimento de Robson de Freitas relata que o alimento do mundo da criminalidade são as ilusões, e estas são passageiras porque o preço a ser pago é muito alto e geralmente envolvendo os familiares e amigos próximos.

O Robson igualmente passou por todo o processo no mundo do crime e das drogas e também teve que pagar o preço perdendo parte de sua perna. O que foi muito doloroso; pois seu sonho
Era ser jogador de Futebol, mas o mal que atuava em sua vida levou seu sonho. Mas não pode levar sua vida, hoje está liberto com a vida restaurada com sua família abençoada por DEUS.
Robson ressalta que todo adolescente pode mudar de vida e escrever uma nova historia, basta usar a Fé no Senhor Jesus e ter o desejo de libertação da mal aliada à disposição de mudança abandonando o mundo das drogas e da criminalidade.




 Encerrada a palestra o Pastor Geraldo Vilhena afirma que sempre por trás das ações criminosas existem forças do mal e foi este mal que tomou conta da vida de vocês jovens levando-os a realizar grandes crimes.
Se você jovem entender que o seu problema e espiritual. Para resolver este problema meus jovens só com a fé no Senhor Jesus. Então convida aos jovens a ficarem de pé e diz você quer a sua libertação então feche os olhos e pense no nome do Senhor Jesus e foi feita a oração da fé.



Os voluntários também ajudaram na oração de libertação.




Foram servidos deliciosos bolos preparados com muito carinho pelas obreiras voluntárias do grupo Universal na Fundação Casa, e também refrigerantes e sorvetes a todos os adolescentes e funcionários presentes.










Uma maquina de algodão doce foi instalada  para todos os presentes.








Podemos confirmar que foi um evento abençoado onde pôde ser levada uma direção e orientação da parte de DEUS a todos os internos da casa.