terça-feira, 23 de dezembro de 2014

As oliveiras do Templo e o que elas têm a ver com você

As oliveiras do Templo e o que elas têm a ver com você

Entenda por que as oliveiras foram plantadas no local








Com o intuito de mostrar a santidade e identificar a proposta espiritual de elementos que estarão no Templo de Salomão, que será inaugurado no próximo mês, iniciamos uma série que irá explorar as peculiaridades e os motivos da presença de cada um na construção e fazer uma relação deles com a sua vida.
Nesta edição, falamos das oliveiras plantadas no Templo. Elas estarão presentes no jardim, com 12 exemplares com mais de 300 anos, em um ambiente projetado para levar o visitante ao tempo antigo e a se sentir ainda mais próximo da Terra Santa. A escolha dessa espécie, porém, não foi feita apenas por ser típica de Israel.
A oliveira tem grande histórico bíblico e forte valor espiritual. O Monte das Oliveiras, em Jerusalém, foi testemunha de eventos importantes de intimidade com Deus, de Davi e o povo de Israel. O próprio Senhor Jesus fez dele um altar natural e local onde passou as últimas noites de sua vida. Nas Escrituras essa árvore é citada muitas vezes como referência para o povo de Deus, por seus atributos estruturais peculiares. Um exemplo é o versículo de Oséias 14.6: “Estender-se-ão os seus ramos, o seu esplendor será como o da oliveira.” Sua folha foi trazida pela pomba lançada por Noé após o dilúvio. Ou seja, a árvore foi capaz de viver a grande inundação e, ainda assim, produzir folhas verdes. Ela é uma árvore vigorosa e com admirável poder de recuperação.
A madeira da oliveira foi escolhida para construir os Querubins do Templo, por ter veios finos, que facilitam o manuseio artístico. A incrível capacidade de ser adaptável ao serviço é uma das principais características dessa planta. Sua principal utilidade, porém, vem do fruto que produz: a azeitona. Dela é feito o azeite utilizado para a Santa Unção de líderes que governaram Israel e para o acendimento dos candelabros que iluminavam o Tabernáculo, e posteriormente, o Templo.








Animando o evento esteve presente a primeira cantora gospel da Igreja Universal do Reino de Deus Cristina Miranda.
Pastor Geraldo Vilhena(coordenador de evangelização em unidades da Fundação CASA de São Paulo )iniciou o evento com uma oração em favor dos internos e famílias

Nos últimos tempos em todo o universo, tem acontecido coisas espantosas como catástrofes naturais, guerras,doenças,fome e principalmente o avanço das drogas no meio da sociedade.

Quando nos falamos sobre drogas,  nos ficamos mais revoltados contra as forças do mal, pois é ele que é o responsável por qualquer tipo de vícios. Uma pessoa viciada, ela só pode se livrar desta maldição, com a fé sobrenatural. Ela pode até ficar em uma clínica fazendo terapia, tomando remédios mais meus amigos tudo temporário, este temporário pode durar até mais de dez anos em qualquer momento em uma emoção forte ela vai com certeza usar a maldita droga.
Meus amigos não tem outra saída se não a entrega de cem por cento  para o Senhor Jesus.


Leia com  atenção os depoimentos destas pessoas, que conseguiram se livrar desta maldição, mesmo assim saído com seqüelas..



Aconteceu nesta último sábado na Fundação CASA do Bom Retiro feminino  uma palestra sobre drogas ministrada pelo palestrante Robson de Freitas  integrante do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químico grupo da UNIVERSAL

Robson relata como iniciou sua jornada no mundo das drogas,
Começou aos 13 anos na escola por simples curiosidade do efeito que a cocaína
Podia trazer depois de cheirada.
Ele não teve nenhuma informação ou orientação sobre os efeitos que as drogas podiam causar ao seu organismo.
E foi assim que começou se envolveu com todos os tipos de drogas permanecendo 10 anos nesta vida. ,e para sustentar o vicio, começou a roubar carro sempre armado com duas pistolas na cintura.
Passou por duas over doses, ficou tremendo todo e somente ouvia as vozes.
Dos parceiros em volta.

Ele se libertou do crime e das drogas porem perdeu uma perna.
No final da palestra o pastor Geraldo Vilhena, fez uma oração para arrancar o espírito do vicio das internas e famílias.
No final os voluntários da UNIVERSAL que fazem a obra de Deus na Fundação CASA oferecem um delicioso café para as internas e famílias.



segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

De quem é a culpa da violência nas escolas?

 De quem é a culpa da violência nas escolas?

Jovens filmam brigas e publicam na internet














Infelizmente, tem sido cada vez mais comum a divulgação de vídeos na internet mostrando a violência dentro das escolas. Há quem diga que a violência não cresceu, mas sim a publicação do que acontece por causa do avanço tecnológico e da propagação rápida pela internet. De uma forma ou de outra, trata-se de um problema grave e que precisa da atenção da sociedade e dos governantes. Não são poucos os alunos traumatizados após sofrerem algum tipo de agressão, que vão desde o tão falado “bullying” até a física. Nos piores casos, isso causa sequelas no corpo e em outros pode até levar à morte.
Uma pesquisa feita pelo Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeosp), em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com os professores e delegados da entidade, apontou que, dentre outros fatores, as principais causas do crescimento da violência dentro das escolas se deve ao uso de álcool e drogas por alunos, somado à falta de funcionários e à pobreza generalizada.
Eu diria que isso certamente está contribuindo para o problema, mas a raiz de tudo está na desestruturação familiar.
É preciso que se observe que a função do Estado é ensinar, mas a educação dos alunos começa em casa. Na verdade, os números negativos relacionados a esse assunto estão ligados a outros que revelam que é cada vez maior a quantidade de crianças que nascem desordenadamente, geradas muitas vezes sem nenhum planejamento, em relacionamentos relâmpagos, que resultam em jovens criados sem a referência de pais e longe de qualquer tipo de disciplina.
Diante disso, por mais que os governantes construam escolas, criem campanhas de conscientização contra as drogas ou multipliquem os funcionários, o problema vai continuar. Isso porque é preciso que haja investimento em uma política de controle de natalidade, pois vivemos em um País em que a religiosidade ignora a razão e contraria o bom senso. Deus criou o homem, mas deixou a cargo do próprio ser humano o poder de se multiplicar. Essa multiplicação precisa ser feita de forma ordenada, coerente e inteligente.
Normalmente, os casais com mais condições econômicas têm de um a dois filhos, enquanto os de menor poder aquisitivo os têm de forma desordenada. Eu acredito que se no tempo de nossos pais e avós tivéssemos a informação com a velocidade de hoje, com todo avanço da tecnologia, com certeza não teríamos fatos tão deprimentes para serem postados na internet como nos dias atuais. Que saudade do tempo em que os filhos pediam a bênção dos pais, os professores eram chamados de senhores pelos alunos e o casamento normalmente vinha antes da gravidez.
A família é e sempre será a célula-mãe da nossa sociedade e consequentemente a base de um mundo melhor. Sabiamente alguém disse: “Eduquem as crianças e não será preciso castigar os homens”. Detalhe: a educação começa em casa.








Aos finais de semana, a rotina de muitas mães é a mesma; visitar o filho internado na Fundação Casa. Certamente, não foi o que elas planejaram para o futuro deles, mas muitas vezes, estar ali é o sinal de uma nova chance. Quantas mães, que perderam os filhos para o tráfico e a criminalidade, queriam ter a oportunidade de poder vê-los com vida, mesmo sendo atrás das grades.
Para alguns, a visita é um ponto de contato com o mundo lá fora, distante dos muros da construção antiga da Fundação. Para outros, revê-los é aumentar a dor da ferida que continua aberta. E isso é visto em cada olhar, no coração apertado de uma mãe que não sabe quando vai poder cobrir o filho novamente na cama quentinha... Esse foi o desabafo de uma mãe que prefere não se identificar; “Eu peço para não fecharem o portão, porque ele ainda não chegou ... aí, eu lembro que ele não tá mais com a gente”. Outra mãe não esconde a dor em dizer que os cuidados que oferecia ao filho na infância eram bem diferentes dos que ele recebe hoje internado – “tava com febre dava um remedinho, quando se machucava, ganhava um beijo e tudo passava ... E agora, quem cuida dele?”
Na maioria dos casos, essas mães não têm culpa de ter os filhos internados. Eles, influenciados por outras pessoas, trilharam o caminho sombrio do crime, mas são elas que pagam o preço, diga-se de passagem, alto demais.
Na longa fila de mães, uma gestante que concorda com a revista policial –procedimento feito aos visitantes para constatar se não trazem objetos proibidos aos presos - mas se sente humilhada ao ser expor com outras mães.
Para uma parte da sociedade, esses menores infratores não têm mais jeito.


E é na contramão que o grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus aposta na recuperação desses adolescentes. Os voluntários abrem mão do descanso do final de semana para confortar essas famílias. “Passeio” esse que não tem preço e já faz parte da rotina.
No último sábado, além de oferecer roupas e calçados às famílias, o grupo distribuiu marmitex com feijoada na saída das visitas. Motivo de grande alegria, já que o almoço é incerto em algumas dessas casas. Para o pastor Geraldo Vilhena, responsável pelo trabalho de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo e os voluntários da IURD, nada mais gratificante do que estar na própria folga ajudando esses lares que não sabem o que é ter paz há muito tempo.



domingo, 21 de dezembro de 2014

Que tal uma passagem de ano diferente?

Que tal uma passagem de ano diferente?

Veja onde milhões de pessoas irão se reunir para encerrar o ano de 2014 e entrar 2015 com novas ideias
















Quando chega o final do ano, as pessoas refletem sobre os dias que passaram e planejam os que virão. Renovam os desejos para ter prosperidade, para resolver conflitos, para crescer na carreira, para viver um amor verdadeiro. Nessa fase, um dia se torna crucial para a mudança efetiva: 31 de dezembro.
São muitas as superstições que prometem transformação de vida, desde comer lentilhas, pular sete ondas, usar roupas coloridas até matar animais. Salete Moura Botelho Oliveira, de 34 anos, analista de recursos humanos, acreditava e fazia esses tipos de oferendas. A jovem adorava ir às baladas para dançar, todos gostavam da companhia dela, mas ela era uma mulher vazia por dentro. Quando chegava este período do ano, fazia questão de passar a virada na praia. “Vestia-me de branco, pulava as sete ondas, comia lentilha para trazer prosperidade, criava muita expectativa e nada acontecia. Pedia sempre para encontrar um namorado, mas nunca me firmava com ninguém”, conta.
Ela lembra que, a cada ano que passava, a vida dela só piorava. “Minha família era uma desgraça. Só tinha brigas, meu pais estavam separados. Eu entrei em depressão. Teve uma época que tive vontade de morrer, estava dirigindo e ouvi uma voz que me disse assim: ‘acelera e joga o carro da ponte’”, recorda.













Salete não teve coragem de tirar a própria vida e continuou tentando mudá-la da forma que sabia. E, outra vez, a virada de ano se aproximava, mas aquela seria a última que lhe traria sofrimento. “Lembro que era meia-noite e meu namorado estava muito estranho comigo, brigamos e ele rompeu o relacionamento. Afundei-me na depressão e, naquela hora, quando não sabia mais o que fazer, resolvi aceitar um convite que havia recebido há tempos para ir à Universal”, afirma.
Desde que ela começou a frequentar as reuniões, há mais de três anos, sua vida deu uma guinada. “Agora só passo a virada de ano na Universal, buscando a Deus e Ele tem me ajudado a cada ano. Todos os meus planos têm se concretizado”, orgulha-se Salete. Atualmente, ela está casada e diz que encontrou a verdadeira fonte para transformar seus sonhos em realidade.
Quando as promessas só trazem desgraça













César Cordova, de 42 anos, corretor de imóveis, passava todas as viradas de ano no litoral e fazia vários rituais e simpatias para um ano novo melhor. “Fazia oferendas para as entidades e esperava ter um ano feliz. Só que isso, em vez de melhorar minha vida, trouxe o contrário”, lembra.
Depois de dez anos de casamento, ele se divorciou da esposa em um dia de Natal. Com isso, entrou em depressão e também pensou em suicídio. “O que mais me marcou é que foi bem na época festiva, todo mundo foi à praia festejar e eu estava ali me remoendo por dentro. Todo mundo comemorando e eu não tinha nada para comemorar”, recorda.
Foi quando ele decidiu buscar forças em Deus para vencer os pensamentos ruins. “Hoje, eu passo todas as viradas de ano na Universal e tenho colhido frutos positivos disso. Casei novamente e tenho um relacionamento harmonioso. Hoje eu tenho uma nova vida”, finaliza César.
Por que as simpatias não dão certo?
Segundo o bispo Clodomir Santos, as decepções e ilusões causadas pelas oferendas de Ano-Novo acontecem porque, quando não há fundamento para a crença, ela naturalmente frustra a pessoa. “Além disso, ela atrai tudo o que existe de negativo, pois com essas atitudes são invocadas entidades espirituais do mal”, explica.
Em seu blog, o Bispo Edir Macedo também fala a respeito do assunto e questiona esse hábito: “Muitas pessoas passam a virada na praia e fazem oferendas aos espíritos malignos. E você, a quem vai fazer oferendas nesta passagem de ano? É você quem escolhe a quem vai servir no próximo ano. Aqueles que decidirem servir ao Senhor dos Exércitos terão certamente a proteção divina durante o ano”, argumenta.
O bispo Clodomir completa afirmando que o segredo para um ano novo de sucesso está justamente na base dessa fé, que é a promessa de Deus. “Entrar o ano na presença de Deus decidido a obedecer a Palavra de Deus determina a sua proteção e cuidado. Por isso, compareça nessa virada de ano em uma Universal, às 22 horas (veja os endereços na página 20), e tenha uma experiência maravilhosa com Deus”, convida.



Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos e os voluntários da UNIVERSAL, fazem palestras sobre drogas na Fundação CASA.


Os voluntários da UNIVERSAL, que desenvolve um importante trabalho
de fé racional dentro das unidades da Fundação CASA de São Paulo.

Realizaram neste ultimo domingo na unidade da Fundação Casa ouve um grande evento para adolescentes e suas famílias.
Os voluntários do grupo chegam á unidade com equipamentos de
Som, teclado, bolos, refrigerantes, sorvetes, livros e bíblias.
Tudo é feito com muito carinho e dedicação para atender aos
Adolescentes e suas famílias. 


A primeira cantora do começo da  UNIVERSAL  Cristina Miranda inicia o evento com suas canções de louvores para adorar o Senhor Jesus.



O momento muito importante a realização da palestra esclarecedora sobre drogas ministrada pelo Robson ex-usuário, Amauri ex-usuário e traficante. Ambos vivenciaram
Durante 10 anos de suas vidas este mundo das drogas e criminalidade
Colocando inclusive a vida se sua família em risco pode perceber
Que o preço é muito alto, pois são muitas vidas em jogo.
Mas o mal faz com que tudo pareça normal, por pior que seja a situação vivida.
As famílias e adolescentes estiveram muito ativos e participantes durante
Toda realização da palestra.





Na oportunidade esteve presente o Pastor Geraldo
Vilhena coordenador do projeto Universal na Fundação Casa
Em todo estado de São Paulo. Passou uma palavra muito importante
Sobre a ação dos espíritos do mal que agem na vida dos adolescentes.
Fazendo com que cometam os delitos e acabam envolvendo-se com
O mundo obscuro das drogas. Mas que através do importante trabalho
De libertação e do arrependimento entregando suas vidas ao Senhor Jesus para a cura dos vícios.


Logo após o Pastor Geraldo ministra uma oração de libertação,



Para finalizar este evento foram distribuídos vários bolos, refrigerantes, sorvetes. Mas mais importante que alimento também foi doado













Bíblias e livros a ultima pedra referência ao mundo errado das drogas.





 
Sem duvida a semente foi plantada e agora o milagre em cada coração ficará por conta do Espírito Santo.