sexta-feira, 27 de junho de 2014

Não odeie o indivíduo, mas o que lhe faz mal e se alojou dentro de você





É tão forte o sentimento do indivíduo que carrega o ódio ou a mágoa, que o deixa constantemente em alerta, com a cabeça pensando nisso ou naquilo, justificando a sua razão, isto é, o motivo pelo qual precisa de outra pessoa para revelar a sua insatisfação.
Incrível! Ela precisa desabafar com alguém o que ela não consegue arrancar sozinha. E o que ela espera ouvir?
Uma afirmação daquilo que ela pensa. Enfim, não resolve nada.
A fé é algo que sobe bem rápido e vai como se fosse um foguete, mas que também desce da mesma forma como sobe.
O sentimento sobe como um balão vai subindo e, em apenas alguns minutos, já está bem lá no alto. Ele não desce. Ele fica, e fica, e fica e fica... Ele se mantém, ou sobe mais ainda, isto vai depender da forma que a pessoa o alimenta.
Ainda que você tenha consciência de que aquilo é ruim, como arrancá-lo?
1 – Um dos primeiros motivos pelos quais você não consegue controlar-se é porque você se faz de vítima. E quem se faz de vítima, usa sentimento. Pode um sentimento arrancar outro sentimento, se ambos são frágeis? Não tem como você ter sucesso na vida tendo sentimento. Você tem que usar a lógica da fé inteligente, que te faz analisar toda a situação;
2 – Você tem que ver que você mesma tem falhas e comete erros, assim como qualquer ser humano, porque você é uma alma. E a outra pessoa também é uma alma;
3 – Você deve avaliar o seu próprio estado. Olha o inferno que você permitiu-se entrar, por meio de agressões verbais ou físicas. Você não tem mais paz. Você vive com um nó na garganta. Tristeza. Sem esperança da vida e etc. Você deixa aquele mal ter mais sucesso do que propriamente você;
Então como faço?
Odeie não o indivíduo, mas o que lhe faz mal e se alojou dentro de você. Quando você odeia se fazer de vítima, quando você odeia a sua dependência dos demais para ser feliz, então, sabe quem passa a ter controle? Tudo depende de você! Ou você empurra esse sentimento para baixo, até ficar no chão ou você é que vai estar no chão da amargura.

























Tarde com muito louvor na Unidade Topázio Brás, o Pastor Geraldo Vilhena, Obra Eunice e Nelson os voluntários da IURD forneceram aos funcionários e internos algo especial, confiram.
Pr. Antônio (IURD de Bela Vista) com sua pregação levou os internos a reflexão, sobre duas estradas uma que nos leva ao caminho bom e a outra ao caminho mal. Que no percurso de nossas vidas temos que fazer escolhas e muitas das vezes escolhemos a estrada que nos leva ao caminho mal.
Mas isto não quer dizer que não podemos fazer uma "conversão" e optar pela estrada que leva ao caminho bom.
Após esta reflexão fez uma oração convidando os internos a entregarem suas vidas ao Senhor Jesus e esquecerem o passado e começar vida nova.
Obreiro B.A do Força Jovem Brasil otimizou os internos, fazendo uma comparação de sua própria vida com as vidas dos internos e o que ele passou era parecido com a história de muitos. A atitude tomada por ele revolucionou sua vida e lhe trouxe motivos de felicidades e estímulo. Que o amigo que hoje ele tem (Senhor Jesus) orienta diariamente no caminho a seguir.
Que para ser um jovem de Deus não precisa ser careta, você pode fazer as coisas que te fazem bem (cantar, estudar, tocar um instrumento, etc) desde que sua consciência esteja focada no Amigo (Senhor Jesus), este é o segredo de um futuro brilhante.
A cantora Sula Miranda alegrou a tarde com canções que fazem bem ao coração e relatou sobre seu testemunho de vida, momento que chamou a atenção dos internos.
Grupo Vozes (Força Jovem Brasil) também contribui agitando a galera e mostrando que no nosso meio sempre descobrimos talentos e nasce um novo adorador. Tudo isso com muito bolo e refrigerante oferecido a todos os presentes. Esta grande festa contou com aproximadamente 130 internos

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A Paixão por um time que extrapola os limites da razão

A Paixão por um time que extrapola os limites da razão

Entenda por que algumas pessoas não medem esforços para torcer e admirar ídolos de forma tão radical








O clássico Santos e São Paulo terminou com o placar 0 x 0, no último dia 23 de fevereiro, no Estádio do Morumbi (SP), mas o saldo da disputa foi negativo e bem triste para um torcedor santista. Após deixar a sede da Torcida Jovem, Márcio Barreto de Toledo, de 34 anos, foi espancado até a morte por um grupo rival. O caso não é isolado. A morte de Toledo e de outros torcedores nos últimos anos revela a consequência mais cruel e radical do fanatismo nos estádios. Mas por que o mesmo esporte que promove confraternização e lazer entre as pessoas pode extrair de algumas delas o mais puro sentimento de intolerância e até mesmo de violência?
Para os mais fanáticos, o jogo não acaba com o término da partida, mas em um confronto final entre os vitoriosos e os derrotados. A rivalidade se transforma em justificativa equivocada para atitudes radicais. As brigas e agressões são o reflexo do torcedor que admira o próprio time de forma emocional e pouco inteligente, uma vez que extrapola os limites da racionalidade.
O fanático contempla o seu objeto de admiração de uma forma possessiva e até egoísta. Por meio desse objeto, seja um time, um ídolo ou uma ideologia, tenta preencher o vazio que sente diante da vida. Sem perceber, se distancia das outras pessoas que não partilham de interesses iguais e pode agir com agressividade em relação a outros indivíduos que tenham pensamentos contrários. Vanderlan Costa, de 33 anos, conheceu bem essa realidade. Durante oito anos ele fez parte da maior torcida organizada do Corinthians, a Gaviões da Fiel.
“Foram anos de doação total. Viajando e fazendo o possível e o impossível para que o time estivesse sempre bem. Para mim, a torcida era o 12º jogador ou o integrante mais importante da partida.” Para alimentar essa dedicação incontrolada, Vanderlan perdeu festas de família e afastou-se de amigos. Ficou vários dias fora de casa para acompanhar o time em viagens por todo o País. Não mediu esforços.







Por diversas vezes, Vanderlan deixou de comparecer ao trabalho para viajar em caravanas. “Achava que era certo. Eu era muito conhecido naquele meio e aquilo me deixava muito feliz. Eu estava sempre alcoolizado e drogado. Eu não enxergava o mal que aquele fanatismo me fazia.” A felicidade era passageira. Bastava o time perder para o descontrole tomar conta de Vanderlan e dos outros torcedores radicais.
Para essas pessoas, a felicidade está unicamente na admiração desse objeto de idolatria. Será que a única forma de ser feliz é mesmo viver em função de um ídolo escolhido?
A verdade é que a pessoa busca uma forma de encontrar significado para a própria vida por meio do fanatismo. Projeta no time ou no ídolo o desejo por algo que não tem ou não conquistou. Vive de forma muitas vezes negligente, pois se preocupa muito mais com o outro do que consigo. Quase como uma fuga da realidade, essas pessoas buscam satisfação pela conquista alheia, muitas vezes para amenizar as próprias dores e os sofrimentos do dia a dia.
O fanatismo não está ligado apenas à religião ou à política. Ele está presente nas relações humanas e pode acontecer em diversas outras situações. “O torcedor fanático acompanha todos os passos do seu time, mas se esquece da própria vida. No seu orçamento mensal, ele é capaz de reservar dinheiro para comprar o ingresso para os jogos, mesmo que isso vá prejudicar a compra do alimento para a sua família. Ele não mede esforços em prol do time”, explica o neuropsicólogo Leonardo Cavalcanti Pinheiro.
“Também é comum entre os adolescentes. Essa fase da vida é marcada pela necessidade de pertencer a um grupo e construir a própria identidade social. Por isso, muitos adolescentes procuram essa identificação em ídolos ou em grupos”, esclarece Pinheiro.







O fanatismo não é patológico, ou seja, não é uma doença. Mas pode ganhar contornos perigosos quando compromete de forma negativa a vida social das pessoas. “Podemos considerá-lo perigoso quando ele é um dos sintomas típicos de baixa autoestima e autoimagem prejudicada, a ponto do sujeito ter que projetar seus anseios e desejos em um ídolo, time, grupo ou uma ideologia. Também podemos identificar um impacto importante quando ele fere os princípios morais e éticos da sociedade. Agressividade e intolerância são algumas das manifestações”, explica o psicólogo.
“O jogador passa, o time não. Eu não olhava para o ser humano, apenas para o Corinthians. Se tivesse que bater no jogador, eu batia, porque ele está de passagem pelo time. Não dá para explicar, é espiritual”, contou Vanderlan. Os valores estavam invertidos. A importância que ele deveria dar à família era dedicada ao time. O esforço para estudar e ter sucesso profissional também estava sendo desperdiçado com a torcida. As consequências negativas não tardaram a chegar.
“Eu tinha muito contato com o lado espiritual errado. Eu tinha alucinações, enxergava coisas. A minha vida estava revirada. Eu participava de todas as brigas da torcida. Se continuasse assim, eu seria preso ou morreria. Tudo estava dando errado. Então, percebi que precisava ter um entendimento do que estava acontecendo comigo.” Foi então que Vanderlan se deu conta de que estava vivendo na direção errada e decidiu procurar ajuda.
Radicalismo







Não é difícil perceber comportamentos radicais em pessoas fanáticas. Elas agem sempre de forma rude quando outros indivíduos agridem os seus ideais e dificilmente aceitam comportamentos e gostos diferentes. “Era da ala radical que eu fazia parte. Participei de muitas brigas. É aquilo de jogar por amor ou pelo terror. Se o time faz corpo mole, a torcida faz o terror mesmo, para colocar medo no time. Foi o que aconteceu com a invasão do Centro de Treinamento”, explica o ex-fanático torcedor.
A invasão no Centro de Treinamento aconteceu dias após a derrota corintiana na partida contra o Santos, em 29 de janeiro deste ano. A goleada de 5 a 1, no estádio da Vila Belmiro, foi suficiente para esquentar os ânimos da torcida radical.
Mais de cem torcedores pularam os portões e destruíram o alambrado durante o treino da equipe. Houve ameaças a jogadores, agressão a funcionários e roubo de celulares. A invasão foi orquestrada por integrantes das torcidas Gaviões de Fiel, Pavilhão 9 e Camisa 12. Os policiais entraram em ação e conseguiram retirar boa parte dos torcedores, mas alguns permaneceram no local para cobrar maior empenho dos atletas.
Se não tivesse reconhecido os prejuízos do fanatismo, Vanderlan poderia estar entre os invasores. Mas ele preferiu buscar auxílio espiritual, em vez de continuar no fundo do poço, de forma cega e irracional. “A última saída foi Deus. Até então, eu não enxergava quanto tudo aquilo me fazia mal”, relembra.
Ele compreendeu que os oito anos de fanatismo não acrescentaram nada à sua vida. E reconheceu que precisava enxergar muito além do time que escolheu para torcer. “Olhando de fora tudo o que eu vivi lá dentro, eu tenho vergonha. Eu perdi momentos com a minha família, perdi tempo para me aprimorar profissionalmente. Hoje, aproveito ao máximo todos os momentos com as pessoas que gosto.” E o time?
Vanderlan continua a torcer pelo Corinthians, mas fora da torcida organizada e sem fanatismo. “O time não é mais a minha prioridade. Tenho muitas outras na frente dele.”



 Surpresa para as mães dos internos da Fundação Casa / UI Paulista Vila Maria, voluntários da IURD, Pr Geraldo Vilhena (responsável pelo trabalho evangelistíco na Fundação casa do Estado de São Paulo) juntamente com integrantes da Força Jovem organizaram uma mega festa para comemorar o "Dia das Mães".Cantora Cristina Miranda abriu o evento com louvores contagiantes.De repente uma gotinha aqui outra ali, começou a chover mas mesmo assim não esfriou os ânimos, procuramos um local coberto e a festa continuou com o Obr. Renan (Representante do Dose Mais Forte) fazendo uma oração para abençoar os internos e familiares. 

Os jovens Jedson e Amauri (Projeto Dose Mais Forte) relataram sobre suas experiências no mundo das drogas.Jedson falou sobre sua participação em facções, o vício excessivo com diversos tipos de drogas, aviãozinho para passar a droga, e os momentos tristes na Fundação Casa (pois um dia ele também cumpriu pena). Neste momento os internos e familiares ficaram surpresos e curiosos para saber o que ele fez para mudar esta situação. Foi quando Jedson disse que teve a oportunidade de ouvir uma palavra de fé (assim como eles estavam ouvindo naquele momento) e foi aí que começou a transformação, com muita luta, mas com uma grande vitória (mesmo com antecedentes conseguiu emprego).Amauri ficou envolvido nas drogas por 10 (dez) anos, fez parte de facções, só esperava a hora de morrer (por traficantes ou policiais) pois a cada dia sua situação piorava. Mas ele também teve sua chance, fez uma aliança com Deus e tudo mudou, hoje tem esposa e filho, é empresário abençoado.

Momento de muita emoção! Os internos prepararam uma grande homenagem para as mães, soltaram a voz, apesar de ser um ritmo alegre, as mães choraram muito pois não conseguiram conter o sentimento (Muito Forte)  

O interno João Henrique Galdino dos Santos relatou sua tranformação, sofria com desmaios, e após participar das orações feitas nos cultos semanais, hoje não sente mais nada. Os pais do interno João Henrique (Sr. Francisco das Chagas Silva e Sueli Galdino dos Santos) estavam presentes e também complementaram sobre o assunto.
 Com a ajuda da Coordenadora Pedagógica Regiane Silva Souza fizemos sorteio de cestas básicas (doação da Força Jovem) para os familiares dos internos, e a distribuição de salgadinhos. Os internos e todas as mamães tiveram a prestação de serviços de manicure e limpeza facial.Envolvidos com tanta alegria os internos cantaram suas autorias e fizeram a euforia geral. Para refrescar fizemos distribuição de sorvetes.Para celebrar este momento todo especial os familiares tiveram a aportunidade de almoçar com os internos, e tiveram direito a feijoada e suco.Agradecemos o carinho e atenção do Diretor da UI Paulista Sr. Cristian Lopes de Oliveira, pois o mesmo acredita que esta parceria Fundação Casa + IURD é uma medida sócio educativa, que promove a transformação dos internos e reintegração à sociedade.