segunda-feira, 28 de abril de 2014

Veja o que as drogas fazem com você

Imagens reais da transformação causada pelos vícios. Mas há Outro que também transforma













Olhos injetados de sangue e selvagens, corpo cadavérico. Esquelética e endurecida, a pessoa mal aparenta estar viva. Os dentes são podres e a pele é enrugada. Abcessos e lesões se espalham pelo rosto enquanto a pessoa envelhece em ritmo monstruoso. Essa poderia ser a descrição de algum zumbi hollywoodiano, mas a verdade é que esses seres estão entre nós, degradando seus corpos por meio de drogas.
A organização Rehabs.com, que tem projetos ligados ao combate da dependência química, causou comoção mundial ao divulgar em seu site imagens que comprovam o poder devastador das drogas (ao lado, uma delas). São “antes e depois” de vários usuários de metanfetamina, cocaína, heroína e oxicodona que perturbam a mente. Com as fotos, é possível ver como pessoas, mesmo com pouco tempo de uso de drogas, debilitam-se fisicamente e se tornam irreconhecíveis. Transformam-se em outra pessoa.
Antes e depois... de Jesus
Gabriella Sa Nemi viveu na pele essa transformação, mas também pôde experimentar a renovação. Jesus não apenas ressuscitou, como também tem o poder ainda hoje de fazer com que qualquer pessoa volte a viver.
O dependente químico aparenta fisicamente ser um zumbi, mas a verdade é que psicologicamente e espiritualmente ele também está muito perto da morte. A vida se arrasta para essa pessoa apenas para que seja possível drogar-se novamente. Quando a Palavra de Deus aparece para essa pessoa é mais do que uma orientação, é um verdadeiro resgate o que ocorre.
O grupo Força Jovem Universal (FJU) dedica-se ao resgate de almas que estão afastadas de Deus, no precipício da dependência química. Todos os meses, centenas de pessoas são acolhidas, orientadas e têm suas vidas renovadas pelos projetos de combate às drogas da Universal.
Gabriella deixou crescer dentro de si um ódio por seu pai que não conseguiu controlar. O fato de ele ter levado a família à falência e depois abandonado filha e esposa fez com que a menina procurasse insistentemente um modo de tirar a vida do próprio pai. Essa revolta interna a levou a festas, baladas, bebidas e drogas.
"Foi então que minha avó, vendo toda a minha perturbação, começou a lutar por mim, até o dia em que conseguiu me convencer a participar de uma reunião na Universal", conta a moça.













A reforma de Gabriella foi interior e exterior (foto ao lado). A princípio, ela nem acreditava na alegria que sentia dentro da Universal. "Tudo aquilo era muito maior que qualquer raiva, vício, bebida e desejos de morrer", explica. E foi assim que ela conseguiu se recuperar.
"Eu não fui apenas liberta, fui transformada. Estou na Universal há 13 anos, e nessa fé sou obreira também há 13 anos. Entreguei-me para o Senhor Jesus. Quando percebi o poder dEle na minha vida não demorei a me entregar. E o mesmo que Deus fez por mim faço por outros jovens."
As drogas são capazes de transformar a pessoa em mortos-vivos, mas Deus é capaz de fazê-las reviver.


















































































































Tudo que fazemos, levamos o nosso amor ao próximo, foi assim que os voluntários da IURD realizaram no último domingo na Unidade da Fundação Casa Vila Leopoldina um evento que proporcionou aos familiares, internos e funcionários as seguintes prestações de serviços:- Cabelereiro e Manicure- Aferição de Pressão Arterial- Tratamento de PeleAgregados com muita pipoca, algodão doce e refrigerantes. Na oportunidade os familiares, internos e funcionários participaram de uma Palestra com um tema sugestivo "Começar de Novo" ministrada pela palestrante Ana Maria Alves.Nesta palestra foram abordados os 4 (quatros) elementos para uma melhor escolha em nossas vidas. Sendo a 1a. Direção de Deus, 2a. Objetivo, 3a. Determinação e 4a. Persistência e Fé. Conseguindo associar estes 4 elementos com certeza os jovens terão um futuro de sucesso. Na conclusão foi mencionado um versículo bíblico Mateus 7: 13 e 14 que fala sobre a porta estreita (que nos leva a Salvação) e a porta larga (que nos leva a perdição) e que temos o direito de escolha. A palestrante levou a todos a refletirem sobre suas escolhas diárias.Pr. Geraldo Vilhena orou por todos e orientou que não importa que cometemos no passado, se nos arrependermos temos o direito de Começar de Novo. Esta é a chance dada por Deus.A Sr. Angela (Coordenadora Pedagógica) mencionou sua opinião e o trabalho dos voluntários da IURD sendo válido, porque a reintegração do jovens a sociedade acontece pelo espirito fraternal. E que isso somente acontece quando acreditamos no que fazemos. Relata também que este trabalho está trazendo aos internos, o lazer, entreterimento, a comunhão com Deus, a família, a auto estima, etc. E que os voluntários da IURD tem carisma para conquistar os jovens e funcionários. Parabeniza o trabalho e deseja a gratidão e benção para todos os voluntários da IURD.Tudo isto aconteceu ao som da Banda Eterna Aliança que animou os familiares e internos, numa manhã agradável. Distribuimos aos familiares um Kit com revista plenitude e livros para guardarem de recordação neste dia tão especial.

sábado, 26 de abril de 2014

Como uma pessoa vivendo como um bicho pode voltar a viver como gente?

Como alguém tratado como bicho pode voltar a se sentir gente?

Qual o caminho a ser percorrido para ter a vida transformada?














Todos os dias vemos, principalmente nas grandes cidades, pessoas vivendo nas ruas, contando com a solidariedade alheia para sobreviver. Muitos deles, envolvidos com os vícios, não conseguem ter forças para sair de uma situação que não lhes dá perspectivas.
Se para pessoas adultas viver sem moradia certa, sem o apoio ou o aconchego da família já é uma situação desesperadora, imagine para um menino que foi abandonado pela mãe.
Por mais inacreditável que possa parecer, essa era a situação de Cláudio. Ele foi renegado. “Minha mãe, que já era casada e tinha outros filhos, teve um caso extraconjugal e engravidou. Quando o marido dela me viu, negro, não me aceitou.”
Enxotado
Encarado como um problema, ela decidiu livrar-se de Cláudio de uma vez por todas, e, por isso, desde cedo ele precisou morar nas ruas. Com o passar do tempo, o menino, por diversas vezes buscava abrigo na casa da mãe, mas todas as tentativas foram rechaçadas.
“Fui enxotado. Quando estava com 8 anos, em mais uma das minhas tentativas, ela me agarrou pelos braços com uma fúria inexplicável, lançando-me porta afora. Quando me levantei do chão, cambaleando, mal conseguia entender o que estava acontecendo.”
Em sua vã inocência, Cláudio não entendia como aquilo podia acontecer. Ele alimentava a certeza de que tudo não passava de um castigo, e que um dia seria aceito. A única alternativa foi se unir a um grupo de mendigos.
“O cenário era sempre o mesmo: sujeira, comida estragada, vícios, brigas por qualquer coisa, cheiro forte e desagradável. Cada segundo de vida para mim era um verdadeiro tormento: chutes, pontapés, socos. Minha rotina era apanhar todos os dias.”
Mas, pior do que viver na rua, com o frio intenso e uma série de outras privações, era sofrer na mão da própria família. “Uma vez, um tio me pegou vendendo picolé e me levou na fábrica para devolvê-los. O dono me pagou um pequeno valor pelas vendas e esse tio tomou tudo. Com o dinheiro, comprou um cinto, um aparelho de barbear e uma garrafa de álcool.”
Cláudio conta que o tio lhe deu uma tremenda surra. “Ele me bateu com o lado da fivela do cinto. Sangrei sem parar. Depois, raspou minha cabeça, jogou álcool e saiu. Uma senhora, horrorizada com a cena me socorreu. Cheguei a pensar que morreria naquele dia.”
Animal invisível
Pela sua condição de morador de rua, Cláudio tinha a sensação de que as outras pessoas ignoravam a sua existência e não conseguiam enxergá-lo como um ser humano. “Nas ruas, muitas delas passavam por mim, apressadas, comendo, conversando, mas ninguém enxergava aquele garoto negro, magro, amedrontado e faminto. Era como seu eu estivesse invisível.”
Cláudio vivia como um animal, e só não passava fome porque tirava comida do lixo. “Durante 2 anos morei em uma lixeira de hospital e um dos faxineiros me dava o resto da comida dos doentes.”
No crime
Revoltado com o fato de ser o saco de pancadas alheio, não demorou muito para que se envolvesse com o crime. “Como ainda era muito jovem, algumas pessoas, penalizadas, me ofereciam abrigo, mas não havia conserto para mim e eu acabava roubando coisas de valor de suas casas e voltava para a rua.”


Na criminalidade, ele passou a praticar assaltos e participou de um sequestro. “Com a arma na mão eu me mostrava valente, mas no fundo vivia com medo. A essa altura, já estava viciado em drogas e em jogos.”
Em uma ocasião, quando estava para ser preso, ele jurou aos policiais que tinha mãe e que não estava na rua por vontade própria. Ele lembra que lhe disseram que se fosse verdade ele não seria detido, mas que precisava ser reconhecido pela mãe.
“Quando chegamos à sua porta, ela logo apareceu, xingando sem parar. O policial perguntou: ‘Esse sujeito é seu filho, dona?’ Ela respondeu: ‘Não faço ideia de quem ele seja; não o conheço, não o quero em minha calçada.’”
Cláudio passou a odiá-la e prometeu que voltaria para matar a família toda. “O ódio me dominou e desde então me sentia a pessoa mais insignificante do mundo. Todo dia indagava a Deus sobre o porquê de ter nascido e de sofrer tanto. Quando voltei às ruas, providenciei um revólver.”
Convite inesperado
Ele estava decidido a se vingar, mas, inesperadamente, um outro tio apareceu lhe oferecendo ajuda e dizendo que o levaria a um lugar onde voltaria a ser tratado como gente. “Como pode alguém, acostumado a ser tratado como bicho, voltar a ser gente?”, Cláudio se perguntou.
Mesmo surpreso com a oferta, ele aceitou: “Pela primeira vez na vida recebi carinho e atenção, justamente onde jamais havia entrado antes. Depois de assistir a uma reunião, logo fui atendido. Ninguém se importou com o meu cheiro ou com a minha aparência. Tampouco passaram a mão em minha cabeça, mas afirmaram que eu poderia mudar o rumo das coisas. Isso era tudo o que eu queria e precisava ouvir.”












Decisões e ações
Cláudio saiu dali decidido a lutar por uma transformação. “Nada aconteceu da noite para o dia, nem vou dizer que tudo foi fácil ou num estalar dos dedos. Precisei trabalhar muito, como ainda o faço. Porém, só surtiu efeito porque me entreguei à fé viva que havia sido despertada em mim. Por ela já não media esforços, e assim fui realizando sonhos.”
Algum tempo depois, ele conseguiu regularizar a situação com a companheira Eliane, com quem já morava. “Para a família dela, nossa união era sinônimo de degradação: um mendigo com uma alcoólatra. Realmente, qual seria o nosso futuro? Mas, a tese do ‘impossível dar certo’ não nos influenciou, e nossa história passou a surpreender.”













Hoje, o casal celebra o fato de ter mudado a trajetória que parecia impossível para os dois. Cláudio Soares é um empresário respeitado em Belo Horizonte (MG), perito em trânsito, que dá emprego para dezenas de famílias. Ele não tem vergonha de dizer que já foi morador de rua e agradece a Deus por ter passado por tudo isso e renascido das cinzas.
“Alcancei também poder para perdoar a todos que me fizeram mal, principalmente à minha mãe, já em seu leito de morte. Sou patrão e amigo. Tenho um lar, um casamento de muita alegria, sou pai. Sou um vencedor. Não apenas pela estabilidade financeira, mas pela paz, a alegria e a dignidade que conquistei”, conclui.



UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA


Para dar início a realização deste evento, os voluntários da UNIVERSAL fizeram doações de vários itens de  beleza  para montagem de uma salão dentro da Fundação Casa Feminino unidade mooca.


Houve distribuição de centenas biografias NADA PERDER I e II do bispo Edir Macedo

Nesta foto um voluntário se preparando para entrar na van da Fundação Casa para chegar ao evento

Mais voluntários entrando na van com suas doações para Fundação Casa

Nesta foto o pastor Geraldo Vilhena junto com a direção da Fundação Casa da Mooca.


Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha.


Pastor Geraldo Vilhena e o pastor Augusto faz apresentação de crianças na Casa das Mães da Fundação Casa.


Esteve presente também o ex-usuário de drogas Robson de Freitas e uma ex-traficante Amauri na qual fazem parte do Bloco de Ajuda aos dependentes Químico, os mesmos realizaram uma palestra sobre a prevenção de drogas para todas as internas da Fundação Casa. 


Após a palestra o pastor Geraldo e voluntários realizam uma oração de libertação para todos 

O evento houve um café da tarde com doces e refrigerantes para todos os que estavam ali presente.


este evento foi animado pelo guitarrista Reginaldo que fez grande apresentações no evento.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

A Universal cumpre rigorosamente a legislação trabalhista

Esclarecimento sobre nota publicada pelo site "Notícias da TV"













Com referência à notícia "Funcionários da Igreja Universal trabalham dobrado e sem água", publicada pelo site “Notícias da TV”, esclarecemos que:
1) A Universal cumpre rigorosamente a legislação trabalhista e as normas coletivas aplicáveis a seus funcionários, das mais diversas categorias profissionais, submetendo-se à fiscalização das autoridades competentes;
2) O fluxo de trabalho da TV Universal pode variar, como de qualquer produtora de televisão, mas segue uma programação preestabelecida e obedece parâmetros absolutamente compatíveis com a equipe contratada e com os equipamentos disponíveis;
3) Quanto à "denúncia" de "falta d'água para beber na produtora", chega a ser risível. Basta uma visita às instalações para se verificar que há bebedouros instalados em número suficiente para atender, com conforto, o público que trabalha e frequenta o local.
O site "Notícias da TV" poderia simplesmente ter procurado a Universal para verificar a veracidade das informações. Evitaria o constrangimento de ser pública e factualmente desmentido.
Em tempo, mais uma correção: em 2013, a IURD TV passou a se chamar TV Universal.




UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA

Neste domingo último DOMINGO- na Fundação Casa -Vila Maria UI – Bela Vista, os voluntários da.
Igreja Universal do Reino de Deus que fazem a obra de Deus na Fundação Casa sob direção do Pastor Geraldo Vilhena Coodenador de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo.Chegam a unidade para realizar Evento para Internos e suas
Famílias preparam a quadra, o pessoal do grupo Teatral Força Jovem Brasil.
Instala os equipamentos de som, os voluntários decoram a mesa com.
Arranjos florais, deliciosos Bolos, refrigerantes, pratinhos, copinhos.
Fazem um grande circulo com as cadeiras para uma maior integração
dos participantes.

O Pastor Mauricio Albuquerque inicia o Evento fazendo uma Oração
de Fé, abençoando a vida de todos.




A Cantora Isis Regina pede para as mães deixarem os nomes de

Seus filhos e familiares, para um propósito de oração que estão fazendo.

Isis Regina comenta que o trabalho desenvolvido na Fundação Casa
É muito importante e ressalta que ela apóia e sempre estará pronta para
Trazer uma mensagem de DEUS e Fé aos internos da Fundação Casa.

Ela com suas canções e louvores agita o Evento (Nos montes da Adoração)

Canta e dança com os voluntários, integrantes da Força Jovem Brasil e os internos entram no ritmo com muita alegria e animação.































Video: Cantora Isis Regina cantando na Fundação Casa Vila Maria Bela Vista.



Em seguida aconteceu a apresentação do grupo Teatral Força Jovem Brasil
Com a peça O PALHAÇO.
Nesta peça e retratado a trajetória de um rapaz que entrega seu coração as coisas
do mundo:

Vícios, mulheres prostituição, dinheiro, ganância, solidão.

Mostrando o alto preço que pagamos quando a nossa vida
Não está nas mãos de DEUS.

Mas quando ele busca uma saída em Cristo Jesus é limpo de todo o seu passado

É resgatado e liberto para viver em novidade de vida.

JESUS CRISTO disse os seus pecado serão lançados no mar do esquecimento,

Pois eu sou o caminho a verdade é a vida.

























Video: Final da peça O PALHAÇO.

Robson / Amauri / Jadson

Jadson:

Diz que é ex-presidiário, ex – interno da Fundação Casa, ficou 10 anos.
No mundo do crime e das drogas, começou aos 14 anos de idade no trafico.
De drogas, viciado em todos os tipos de drogas. Virou gerente de boca, se envolveu.
Com quadrilha de assalto a banco, passou por seis unidades da Fundação Casa.
E foi dentro de uma destas unidades conheceu o trabalho da IURD.
Em 2008 chegou à Igreja Universal e tomou uma atitude, buscou ajuda com Pastor.
Foi orientado. Resolveu fazer uma prova com DEUS ficaria durante trinta dias
Direto indo na Igreja, ia ter que acontecer alguma mudança em sua vida.
E em quinze dias foi liberto da cocaína e do cigarro, não sentia mais desejo.
Malignos se batizou nas águas.
Hoje tem uma vida abençoada e empresário tem uma família unida e abençoada.
DEUS transformou completamente sua vida.

Robson:

Comenta o que as drogas e o crime fizeram em sua vida, começou aos 13 anos.
Dentro da Escola por curiosidade, ficou 10 anos no mundo das drogas e do crime.
Robson afirma que é um sobrevivente das drogas.

Amauri:

Hoje com 36 anos ele começou aos 11 anos de idade, permaneceu 10 anos.
Envolvido no crime e nas drogas. Traficou armas e munição,confessa que
Jogou aos anos de sua vida no ralo. Ficou 5 meses lutando para sair das drogas e
do crime. Foi orientado pelo Pastor para fazer uma corrente de libertação.
Ele aceitou fazer e pegou todas as drogas e armas, munição que tinha em casa.
E colocou no altar, se arrependeu das coisas erradas que havia feito e a partir de.
Então o Espírito Santo entrou em sua vida e mudou totalmente.
Hoje esta liberto, com uma família abençoada e feliz.


PERGUNTAS DOS JOVENS INTERNOS E FAMÍLIAS PARA OS PALESTRANTES.Mãe Pergunta quais os sintomas que você apresentava no inicio com as drogas?


Resposta Robson:


O primeiro sintoma trocou o dia pela noite, começou a mentir, suas notas.

Ficaram ruins. Roubava dentro de casa a carteira do Pai e da Mãe.
Sua mãe percebeu sua mudança de comportamento ficou agressivo e não
Aceitava mais seus conselhos.
Ele orienta as mães dos internos a prestar atenção em seus filhos, com.
Falso resfriado, agitação, ficar com muito apetite e sinal que esta consumindo maconha, já a cocaína tira a fome e crack faz o jovem emagrecer rápido, ele fala que quando cheirava cocaína se sentia Herói.

Voluntário Pergunta quando você estava no mundo do crime/drogas colocou

Sua família em risco?


Robson responde:


Sim, certa vez assaltei um homem sem saber que ele era policial,

A policia me procurou invadiu minha casa, arrebentando a porta para me matar.
A minha mãe abriu sua camisola e se colocou na frente do policial dizendo;
Para matar o meu filho terá que me matar primeiro, colocou sua vida em risco.
Para me proteger daquela situação, então acontece que colocamos em risco nossa.
Vida e também a nossa família pelo envolvimento no crime / drogas.


Voluntário pergunta o jovem quando esta envolvido com drogas é capaz de matar

Seus Pais?


Robson responde:


Claro que sim, ele chegou a conhecer um rapaz que havia matado seus Pais,

Por causa das drogas.


Jadson pergunta o que mais marcou sua vida no mundo do crime?



Robson responde:


Eu presenciei a morte de um rapaz que foi comprar droga para outro e no

Caminho de volta fumou um pouco da droga. O que mandou ele comprar
A droga foi reclamar para o traficante e este percebeu o que o rapaz tinha fumado,
O traficante ofereceu mais cinco pacotes de cocaína para o que mandou comprar
Se ele executa-se o rapaz ali mesmo, este então aceitou tirou uma navalha do bolso.
E cortou o pescoço do rapaz, que ficou agonizando ate a morte na minha frente.
Esta cena marcou muito a minha vida.


Amauri Pergunta Jadson qual o momento que foi mais difícil dentro

da Fundação Casa?


Resposta: Em uma situação de rebelião quando a atuação da tropa

de choque dentro da unidade, este foi um momento muito difícil.


Pergunta Interno quando você não recebia visita como se sentia?


Jadson responde:


Eu não me sentia bem, mas sua mãe dava muito apoio, e o espiritual.

Foi o fator mais importante em sua vida, pois a oração que sua mãe fazia.
Foi muito importante para sua recuperação.


Cantora Isis Regina pergunta para Robson enquanto você ficou nesta vida, você.

Via a possibilidade de sair dela?

Robson Responde:


Eu até tinha vontade de largar as drogas e o crime, e sabia que deixaria ou pelo.

Amor ou pela dor. Certa vez uma vovozinha me disse filho larga desta vida.
Então respondi não meu DEUS são estas duas pistolas que tenho na cintura
E depois eu vim para DEUS pela dor.

Interno pergunta para Robson você presenciou alguma morte dentro da Fundação Casa?



Robson responde: Sim, presenciei um interno que tinha por apelido satanás, arrancou.

A cabeça de um jovem e subiu na laje da unidade para mostrar.


Voluntário pergunta se já viu alguém trocar a namorada por drogas?


Robson responde: Eu mesmo dispensava minha namorada para sair com os amigos

Do trafico. Mas também vi na biqueira um casal que o dono da boca ofereceu cinco pedras
Para ficar com namorado do jovem e ele trocou pela droga.


Voluntário pergunta você já viu alguém sair do crime e das drogas sem ajuda de DEUS?


Robson responde: Não, apesar de que para mim o meu DEUS na ocasião.

Eram as pistolas que eu carregava, mais quando me vi na situação difícil, não.
Teve jeito, sem DEUS não chegamos a lugar nenhum.


Pastor pergunta para Rosbon como você fez para largar as drogas e o crime?


Robson responde: Eu mesmo estando na Igreja ainda fumava eu vim pela dor,

Queria largar mais não tinha força, não conseguia.
Após um grave acidente de moto fiquei 30 dias em uma UTI no Hospital.
Perdi pedaço de minha perna e somente ai entreguei minha vida para DEUS

Encerra então as perguntas e Robson pede ajuda a oito jovens internos

Para que o ajude a tirar a prótese da perna. Apresentando o preço
Que teve que pagar para sair do mundo das drogas e do crime.
Logo em seguida faz uma oração de mãos dadas com só internos e
Todos ali presentes pela salvação de suas almas.


















Video: Robson Freitas do Grupo Dose mais Forte ora pelos internos e famílias.

Video: Senhora Carlinda da AMC ora pelos internos e famílias.


Para dar continuidade ao Evento foi servido pelos voluntários bolos, refrigerantes, sorvetes.

























Os jovens internos dançaram com muita alegria no final.



A Direção da Fundação Casa agradeceu a presença da Igreja Universal do Reino.