segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Projeto T-Amar na Fundação CASA.

Projeto T-Amar na Fundação CASA.

Risco de parto prematuro é maior entre adolescentes

Saiba como o projeto T-Amar atua para ajudar a reduzir o problema

No Brasil, cerca de 340 mil bebês nasceram antes de completar nove meses de gestação em 2012, segundo dados do Ministério da Saúde. Isso significa uma taxa de partos prematuros de 12,4%, dobro do índice de alguns países europeus. A prematuridade representa risco de morte e problemas de saúde para as crianças.
Mas, afinal, quais são as causas para o nascimento de tantos prematuros? Uma pesquisa inédita coordenada pelo obstetra Renato Passini, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mostrou que o risco de um parto prematuro foi maior entre mães com menos de 19 anos e sem um parceiro, que fumam e com algumas infecções durante a gestação. Entre os motivos para a prematuridade estão gravidez de gêmeos ou mais bebês, encurtamento do colo do útero, má formação fetal, sangramento vaginal e a realização de menos de seis consultas durante o pré-natal.
A ginecologista e obstetra Sandra Abramvezt, de São Paulo, afirma que a falta de preparo das mães mais jovens ajuda a explicar a ocorrência de parto prematuro. “Há adolescentes que já chegam ao ambulatório com quatro ou cinco meses de gravidez, sem nenhum acompanhamento médico. Algumas usam bebidas alcoólicas e cigarro, o que acaba trazendo também problemas de crescimento ao bebê. O ideal é que a mulher se prepare para a vida antes de gerar uma vida. Não recomendamos a gravidez antes dos 19 anos porque o corpo não está totalmente preparado”, avalia.
A médica conta que o acompanhamento de adolescentes grávidas inclui muita orientação. “A gente tenta focar o atendimento para que outra gravidez não ocorra novamente nessa fase. A jovem precisa voltar a estudar, amadurecer e se preparar para caminhar sozinha”, opina. Dentre as recomendações para evitar partos prematuros estão evitar infecções urinárias, fazer tratamento contra doenças sexualmente transmissíveis e realizar o pré-natal completo, com pelo menos oito consultas.
Apoio às jovens mães

Além do risco de ter um parto antes da hora, a imaturidade e a indiferença da família também fazem parte da rotina das mães mais jovens. A opinião é de Danielle Carotti, coordenadora nacional do Projeto T-Amar, iniciativa da Universal que ajuda mães solteiras e mães adolescentes.
“Muitas jovens escondem a gravidez por muito tempo e não fazem pré-natal. Outras se sentem abandonadas pelo pai da criança, que às vezes não assume o filho. A jovem fica perdida e acha que a vida acabou”, avalia Danielle.
Essas foram as sensações experimentadas por Daniele dos Santos Alves, de João Pessoa (PB), ao descobrir que estava grávida. Na época, faltava pouco tempo para ela completar 16 anos de idade e a gravidez não estava nos seus planos. “Eu não sabia o que fazer da minha vida, nunca tive orientação da minha mãe. Sempre morei com o meu pai. Eu buscava conforto nas drogas, costumava usar maconha, cocaína e cigarro com o pai do meu filho”, relembra.
A falta de recursos financeiros também assombrava Daniele. “Eu não trabalhava, não tinha como me sustentar e me sentia discriminada pelas pessoas por ser jovem e estar grávida”, diz.
Os rumos da história dela só começaram a mudar no quarto mês de gestação, após um convite para participar do projeto T-Amar. “Um dia fui convidada a participar do T-Amar e tive curiosidade de ir. Lá, recebi o carinho e a atenção como se fosse da mãe que eu nunca tive. As voluntárias me explicaram a importância de fazer o pré-natal direitinho. Também participei de palestras com a assistente social, tomei ciência do risco das drogas e aprendi sobre métodos contraceptivos”, explica.
Com o apoio do projeto, Daniele conta que conseguiu abandonar de vez os vícios e passou a ter mais cuidado com a saúde dela e do bebê. O resultado foi uma gravidez saudável. “Se eu não tivesse passado pelo T-Amar sabe-se lá se meu filho estaria vivo. Aprendi a me valorizar e a valorizar meu filho. Agora, quero voltar a estudar e conseguir um emprego”, destaca a jovem, que hoje tem 17 anos.
“Com o projeto T-Amar temos levado apoio, conscientização e acima de tudo a fé que transforma! Se antes a jovem mãe era insegura, carente e perdida, hoje ela se descobre uma jovem decidida, forte e que sabe o que quer. O filho inesperado já veio, agora não adianta se lamentar, culpar ou desprezar a criança; é hora de assumir suas responsabilidades, levantar a cabeça, seguir em frente e não cair mais no mesmo erro”, conclui a coordenadora nacional do projeto, Danielle Carotti.




Em uma tarde de domingo o grupo T-Amar do Godllywood fizeram uma vista para as internas da Fundação CASA.
Foram feitas palestras em três unidades e um atendimento na Casa das Mães.

Filhos das internas da Fundação Casa.


Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha. ” Até março de 2006, as meninas que entravam grávidas na Fundação Casa eram levadas a um abrigo assim que os bebês nasciam e lá ficavam com os filhos por 4 meses. Após esse período, as mães voltavam para a internação e os filhos iam para a família da menina ou para um orfanato. Grande parte das meninas fugia e nem voltava para a Febem. A Casa das Mães, com 12 vagas, não supre a demanda de todo o Estado, mas é a única em São Paulo e possibilitou que os bebês fiquem com as mães até o final da medida sócio-educativa. “Aqui é feito o pré-natal, há acompanhamento psicológico. Os bebês são tratados no posto de saúde da região, tomam as vacinas e não lhes faltam alimentos, roupas e estrutura”, conta Maria Isabel Melo, diretora do Internato Feminino, que fica no bairro da Mooca, zona leste da capital paulista. As roupas e brinquedos chegam através de doações e, por vezes, são trazidos por familiares das meninas. Ali, os bebês ficam 24 horas ao lado das mães. O quarto grande é coletivo, com berços ao lado das camas. As meninas lavam a própria roupa e a dos filhos, ajudam na comida, na limpeza e têm oficinas de panificação, manicure e, a mais procurada, de bordado. Maria Isabel explica que as adolescentes que chegam grávidas têm geralmente o mesmo histórico: “O tráfico é o motivo mais comum. Geralmente, é por amor. Elas se envolvem na vida dos companheiros e quando elas vêm para cá, eles são presos. A maioria já tem filhos de outros relacionamentos”, diz. Essa é a história de J., 17 anos. Há poucos dias na unidade, está grávida de 38 semanas e conta que deixou uma filha de 3 anos com a mãe. Esse é seu maior sofrimento. “Minha mãe cuida bem, mas disse que não vem me visitar nem trazer minha filha, porque preciso pagar pelo que fiz. Entrei para o tráfico porque era o caminho mais rápido para comprar as coisas que eu queria. Mas nem de perto é o caminho mais fácil”, diz, amadurecida pela realidade. E para o futuro? J. faz uma pausa de silêncio enquanto mexe na longa trança de cabelos negros: “Quero conhecer pessoas que me ajudem não com dinheiro, mas com um ombro. Quero cuidar da minha família, dos meus filhos”. E o pai? “O pai da minha filha é do crime. E o pai do meu filho está preso”. Para o psicólogo Rubens Maciel, as meninas que vão para a Fundação Casa têm a família desestruturada ou vivem em situação de miséria. “Elas saem de casa porque o convívio com os pais e irmãos é degradante, violento. E, não encontrando segurança em casa, vão procurar esse carinho em um namorado que também vem de uma situação semelhante”, explica. Por esse quadro caótico, Maciel acredita que a situação dos bebês que nascem atrás das grades é relativa. “Se você comparar com a rua, eles estão em uma situação melhor, porque nada falta, estão num ambiente seguro. Mas, se comparada à situação de uma família estruturada, eles estão em uma condição pior, porque estão privados de liberdade por um delito cometido pela mãe”. É o caso da bebê de G. (de 18 anos), interna há 1 ano e 4 meses. “Ela está engatinhando e quer ir para fora, vai até o portão e quer sair”, conta. O caso dela é o mais grave entre as oito meninas que ocupam a Casa das Mães. Após alguma resistência, conta que cometeu latrocínio, roubo seguido de morte. Ela também estava com o marido no momento do crime e ainda tem 3 ou 4 meses como interna para cumprir. Quando sair, pretende ir morar com a sogra no interior e aceitar qualquer trabalho. “Não posso ficar escolhendo, né?”, diz a adolescente. Sobre sonhos e o futuro, elas não falam. Dão respostas vagas. O fato é que as meninas estão entrando para o crime cada vez mais cedo. Em 2000, a idade média das internas era de 18 anos. Hoje, as meninas “rodam” com pouco mais de 15. E descobrem, nas palavras de J., que esse caminho é “rápido, mas nunca fácil”. Berçários e creches nas prisões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no fim do mês passado, uma lei que garante condições mínimas de assistência a mães presas e recém-nascidos. O texto determina que as penitenciárias femininas tenham berçários onde as mães possam cuidar e amamentar os filhos até, no mínimo, 6 meses depois do nascimento. A lei assegura ainda que haja acompanhamento médico pré-natal e pós-parto. Até então, as detentas ficavam com os bebês até os 4 meses de vida e depois davam para a família ou para abrigos, dependendo da situação.“Toda mulher tem direito de ser mãe e toda criança tem direito à convivência com essa mãe, ao carinho e ao afeto. Isso faz diferença na vida dos dois.”

Foi realizado um café da tarde para todas as internas.


Centenas de livros a Última Pedra foram doados



E outras tipos de doações



Finalizando com orações feita pelo grupo T-Amar.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

“Tudo que Deus criou é bom, até a maconha”, diz deputado

“Tudo que Deus criou é bom, até a maconha”, diz deputado

O parlamentar, do Texas, alega a criação divina para pedir a legalização da droga no estado



















O deputado David Simpson, do Texas, Estados Unidos, vem causando polêmica ao defender a legalização da maconha no estado, um dos mais conservadores do país. “Tudo que Deus criou é bom, até a maconha”, escreveu o político no jornalHouston Chronicle.
O deputado também usa, como parte dos seus argumentos, o pensamento conservador, que, segundo ele, “ensina que o governo não precisa proibir algo feito por Deus”.
A ideia de que a maconha é criação de Deus e por isso deve ser liberada abre uma lista enorme de afirmações absurdas sobre muitas outras coisas também criadas por Deus. Por exemplo: “Deus criou o fogo, portanto vamos liberar os incêndios”; “Deus criou a água, então vamos liberar os afogamentos”; “Deus criou o sexo, então vamos liberar os estupros, a pedofilia, o adultério”; “Deus criou as cobras venenosas, vamos soltá-las então, entre as pessoas, pelas cidades”. Enfim.
É claro que o fato de algo ter sido criado por Deus ou existir na natureza não significa que o uso ou prática daquilo se torna algo bom. É o homem quem torna bom ou ruim o que Deus criou, para ser instrumento usado para o bem ou para o mal.


Projeto Ler e Escrever da UNIVERSAL faz um evento para as famílias dos jovens internos da Fundação CASA.






O Ler e Escrever é uma instituição cuja mantenedora é a igreja Universal do Reino de Deus e sua missão é erradicar o analfabetismo no Brasil bem como em países cuja língua é portuguesa e levar ensino de qualidade possibilitando ao nosso público alvo ingressarem no mercado de trabalho.pousadas e hoteis










Foi um almoço de confraternização que ocorreu neste último domingo, com a presença de mães, pais, irmãos, todos reunidos num só espírito, em ajudar os jovens privados de liberdade, que estão na Fundação CASA, auxiliando-os a encontrarem no Senhor Jesus a solução para as dificuldades encontradas nesta situação difícil que todos, jovens e seus familiares estão atravessando.



Corte de cabelos para as famílias dos internos da Fundação Casa.





Na oportunidade, o Sr Luiz Dobroca responsável pelo Projeto Ler escrever, oferece para as famílias dos internos da Fundação Casa cursos profissionalizantes.



No final do evento, após um farto almoço, todos saíram muito satisfeitos.




Que Deus abençoe a todos..

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Não confunda justiça com vingança

Não confunda justiça com vingança

Entenda o que é pedir justiça e o que estará acontecendo na Universal no mês de setembro

Deus odeia a injustiça de qualquer tipo. O pecado é a personificação da injustiça, por isso não combina com a natureza Divina, que é pura e justa. Quando uma pessoa mente, ela está manifestando uma injustiça. Quando ela trai o seu cônjuge, isso também não é uma injustiça?


Contudo, às vezes se clama por justiça quando na verdade se quer penitenciar a pessoa que causou prejuízo. Pessoas que foram traídas e acham que buscar justiça é buscar dar o troco ao marido ou à esposa – ou seja lá a quem for – não estão tendo espírito de justiça. “O espírito da justiça almeja benefício para si e para os seus entes queridos, sem ofender, sem querer causar mal a quem quer que seja”, destaca o bispo Macedo. Ele deixa claro que não se busca justiça tentando penalizar aqueles que cometeram injustiça contra nós. “Se você busca a justiça tentando prejudicar aquele que cometeu injustiça, então você não vai conseguir nada com Deus, porque Ele é justiça, e o espírito da justiça está calcado no amor, na obediência, na compaixão e na consideração”, explicou.
Muitos têm buscado uma solução de acordo com o egoísmo, pensamentos, vaidades, de acordo com os próprios desejos de vingança. Mas como é possível tentar usar a fé como desculpa para se vingar quando ela é o único instrumento para se alcançar a justiça (Hebreus 10.38) – que nada tem a ver com vingança?
Mesmo sabendo todo o mal que a outra pessoa possa ter causado, Deus se agrada quando a nossa petição não é para que ela receba o troco, mas quando é pedido misericórdia não só para ela, mas para você também, que foi prejudicado. Entenda que a justiça de Deus não permite a vingança:
“A Mim me pertence a vingança, a retribuição, a seu tempo, quando resvalar o seu pé;  por que o dia da sua calamidade está próximo, e o seu destino se apressa em chegar.”Deuteronômio 32.35
“Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A Mim me pertence a vingança; Eu é que retribuirei, diz o Senhor.” Romanos 12.19
Quando agimos por vingança, estamos nos permitindo ser vencidos pelo mal. Mas se, diante da afronta do mal, da injustiça, nós reagimos fazendo o bem (que é a justiça), não estaremos sendo bobos, mas sim vencedores.
“Pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas vivas sobre sua cabeça.” Romanos 12.20
O que é pedir justiça afinal?
Através do sacrifício do Senhor Jesus na cruz, você recebeu uma procuração, que é aquele documento que dá a uma pessoa poder para agir em Seu nome. É essa justiça que estaremos buscando no dia 13 de setembro em toda Universal, o que é por direito nosso.
Estão convocados os injustiçados, aqueles que têm fome e sede de justiça, para que pleiteiem a sua causa junto ao Senhor da justiça. “Não vamos subir no altar nesse dia para pedir vingança – você vai perder o seu tempo –, mas para avocar a verdadeira justiça às nossas petições, as respostas que há tanto tempo temos esperado”, ressalta o bispo Macedo.
Se você se encontra vivendo uma injustiça na sua vida, procure uma Universal mais próxima e saiba como participar. E lembre-se: a justiça, quando é de Deus, é uma justiça nobre, cheia de compaixão, e que vem para salvar.




A UNIVERSAL DIZ: Existe duas vozes a do Espírito de Deus e a voz do Diabo. Este jovem escolheu a voz de Deus.










Nesta última terça-feira dia, voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus ,  estiveram presentes da Unidade da Fundação Casa foi realizando  batismo nas águas , levaram uma noite que vai ficar gravado em muitos corações, para realizar o batismo nas Águas esteve presente o  Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização nas unidades da Fundação Casa, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação explicou sobre o batismo nas águas, a importância de nascer de novo,de sepultar a velha criatura,  de levar uma vida reta longe das más amizades e das drogas, Após a palavra os adolescentes foram levados para se batizarem nas águas, o Pastor orientou a todos e perguntou, se estavam cientes do passo que eles iriam dar, um passo rumo a salvação, disse que no decorrer da vida, eles poderiam até cair um dia, mais não poderiam ficar caidos, da mesma forma, em que Jesus no caminho do cálvario caiu várias vezes, mais não ficou caído, levantou-se  e proseguiu para o destino.   e todos foram batizados, em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. É ao total foram batizados seis jovens, na medida em que cada um desciam as águas subiam radiantes de alegria. Embora a sociedade em si não acredite, na recuperação desses jovens, A IURD acredita e realiza este trabalho que tem salvado muitas almas.  Para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado na Fundação Casa, e a mudança é notória foi vista através do batismo nas águas.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Qual a diferença entre a Bíblia católica e a Bíblia da Reforma, usada pelos cristãos evangélicos?

Qual a diferença entre a Bíblia católica e a Bíblia da Reforma, usada pelos cristãos evangélicos?

Veja como foi realizada a composição do Texto Sagrado




A Bíblia é formada pelo Velho Testamento (contendo 39 livros) e pelo Novo Testamento (contendo 27 livros).
O Velho Testamento corresponde à Bíblia dos judeus. Nos tempos antigos, ela era escrita somente em hebraico. Contudo, por volta de 250 antes de Cristo (a.C.), como uma parte dos judeus habitava terras estrangeiras, um grupo de escribas hebreus traduziu a Bíblia judaica para o grego, acrescentando 14 livros ao texto original (que era composto por 39 livros). Porém, os 14 livros foram tirados em 87 depois de Cristo (d.C.), no Concílio de Jamnia.
No século 4, a Igreja Católica incumbiu Sofrônio Eusébio Jerônimo de traduzir a Bíblia para o latim (idioma que os estudiosos usavam na época). Ele considerou 46 livros no Velho Testamento e 27 no Novo.
Mas, no século 16 d.C., Martinho Lutero, que era um monge agostiniano e professor de teologia, discordou das doutrinas da Igreja Católica e iniciou um movimento conhecido como Reforma Protestante, com o objetivo de resgatar a essência dos ensinamentos de Deus.
Na Reforma, Lutero traduziu a Bíblia para o alemão (para que as pessoas de seu país pudessem ler o Texto Sagrado por si próprias, porque poucos conheciam o latim) e excluiu os sete livros que Jerônimo acrescentou, deixando o Velho Testamento com os mesmo livros da Bíblia judaica. A Bíblia traduzida por Lutero foi impressa pela primeira vez em 1534. Essa é a Bíblia que usamos como referência nos dias de hoje. Porém, a Igreja Católica ainda utiliza a versão traduzida por Jerônimo, com os livros Judite, Tobias, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, 1 Macabeus e 2 Macabeus contidos no Velho Testamento.
Os únicos livros que são comumente aceitos pelas diferentes versões da Bíblia são os pertencentes ao Novo Testamento (com exceção da Bíblia judaica, que não os contém). O Novo Testamento trata, principalmente, dos ensinamentos do Senhor Jesus descritos por meio dos apóstolos que O seguiam.







A UNIVERSAL diz esta atitude dos jovens internos da Fundação Casa é a direção correta para uma nova vida.




SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. 

Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor. 
Para algumas  autoridades da Fundação Casa (antiga FEBEM) como, atitudes como essa apenas reiteram a importância do trabalho promovido pela IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS. "A presença da Igreja, não só hoje, mas no dia-a-dia, é essencial para estabelecer um futuro melhor a todos, especialmente colaborando com o nosso trabalho, que não é fácil. É um grande prazer tê-los aqui e saber que sempre podemos contar com os pastores e voluntários da IURD", destacou.

DA FUNDAÇÃO CASA PARA O ALTAR DA IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS.

Roger Alexandre Novaes dos Santos, aos 12 anos o seu pai abandonou a sua casa em consequencia faltou alimento o jovem Roger tentou até consegui um emprêgo mais devido as mas companhias, passou a usar drogas e praticar pequenos furtos, com o passar do tempo começou fazer assaltos maiores. Até que um dia em um assalto, foi preso pelo policia e foi levado para a Fundação Casa do Brás UIP-8;depois foi transferido para UI-36 foi quando ele começou a frequentar as reuniões de Quinta Feira as 08:00h daIgreja Universal do Reino de Deus quando conheceu o Senhor Jesus atravez da Obreira Francisca da IURD Bela Vista que o libertou e o levou o jovem a conhecer de fato e verdade o amor do Senhor Jesus.

Roger quando teve liberdade a principio não quis ir para IURD, com o passar do tempo a noite ele começou a chorar muito e lembrou-se do voto que fez com o Senhor Jesus na Fundação Casa. No dia seguinte procurou uma IURD e se batizou hoje é um auxiliar da IURD para honra e gloria do Senhor Jesus.







A tempo para uma pessoa errar, mais também há tempo para consertar a vida diz o pastor Geraldo Vilhena, coordenador de evangelização em unidades da Fundação CASA de São Paulo.